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Meio Ambiente - Mais Protestos

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Veja abaixo fotos, matérias em jornais e convocações para protestos. Clique na foto para ampliá-la.

Cezar Liper está indignado !
Chega ! Já está na hora !

SER OU NÃO SER SURDO ? ESTÁ É A QUESTÃO !

Pois é, o Rio é uma cidade feita para surdos,
só na hora de se permitir o barulho.


Na hora dos recursos serem investidos em inclusão social para o surdo, o apoio acontece em proporção RIDÍCULA, perante aos impostos que todos os deficientes pagam ! Os vereadores...? Não estão nem aí para defendê-los !

É uma vergonha que o município do Rio de Janeiro ainda não tenha aprovado o Projeto de Lei de autoria do Vereador Gerson Berguer



Jornal O GLOBO - Barra
QUINTA-FEIRA, 07 DE JANEIRO DE 2004 - nº1360



Hip-hop em casa sem alvará

Cezar Liper - Protesto contra baraulho
DIRETOR -PRESIDENTE da Amaraciv, Cezar Liper, em
frente ao Hangar do Hip-Hop, que fica no Recreio

Duas outras casas na região com atividades embargadas pelo município também conseguiram liminares semelhantes. No início do mês, a vereadora Verônica Costa obteve no Tribunal de Justiça uma autorização para realizar um evento de hip-hop no Hangar. O espaço, que fica no Recreio, teve o alvará negado pela prefeitura devido, entre outras coisas, à falta de tratamento acústico. A festa acabou em confusão e tiro e, dias depois, a subprefeitura derrubou a autorização judicial.

Para vizinhos, a liminar foi mais uma vez vista como equívoco. O diretor-presidente da Associação de Moradores
e Amigos do Recreio e Adjacêncas — Cidadania Virtual (Amaraciv), Cezar Liper, conta que moradores dos arredores passaram a noite em claro.

— O som era ensurdecedor. Como uma casa que tem uma pista de dança ao ar livre, totalmente aberta e sem tratamento acústico nenhum, e com alvará negado pelo município consegue na Justiça o direito de funcionar? — pergunta ele.

A vereadora Verônica Costa rebate as críticas:

— Isso não passa de perseguição política. O evento não causou tanto barulho.




Barulho chega ao Ministério Público
Gabriela Temer

Diversão para uns, dor de cabeça para outros. Moradores da Barra, do Recreio e de Vargem Grande reclamam de tumulto no trânsito e de barulho nas ruas causados por bares, restaurantes e boates e buscam na Justiça uma aliada. Nem sempre com resultados favoráveis: só no mês passado, três casas noturnas obtiveram liminares para funcionar, contrariando embargos emitidos pelo município e ignorando reclamações da vizinhança.

A Ilha dos Pescadores foi uma delas. O espaço foi multado seis vezes pela Secretaria municipal de Meio Ambiente devido a barulho excessivo e recebeu três notificações da Secretaria municipal de Urbanismo por obras irregulares. Em outubro, o espaço foi interditado pela subprefeitura, mas uma liminar judicial está garantindo o seu funcionamento. A prefeitura já recorreu da decisão e aguarda um novo parecer da Justiça. Procurados pelo GLOBO-Barra, os responsáveis pela Ilha dos Pescadores não foram encontrados.

A liminar a favor da casa foi duramente criticada pelo diretor-técnico da Associação de Moradores da Ilha Primeira, Sérgio Andrade. Ele acusa a boate de causar problemas às comunidades vizinhas e diz que a entidade deve apelar ao Ministério Público Federal:

— Estamos entrando com ação no Ministério Público. Há sete anos, já tentamos apelar ao Tribunal de Justiça Federal contra a Ilha dos Pescadores devido ao barulho e a outros incômodos.

 

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