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Terceira Idade - Cuidados com a Sáude

Doenças mais comuns

O envelhecimento acarreta mudanças no organismo do indivíduo e, geralmente, traz consigo algumas doenças. Segundo Luiz Roberto Ramos, diretor-científico da Sociedade Brasileira de Geriatria, estudos indicam que todas as pessoas estão propensas a ter pelo menos uma doença crônica quando ficarem mais velhas. O envelhecimento será bem ou malsucedido de acordo com a capacidade funcional que a pessoa conseguir manter ao chegar à terceira idade.

Por isso, atitudes preventivas, como alimentação e atividades físicas, entre outras, são importantes. Cabe lembrar que nunca é tarde para iniciar qualquer atividade física, com acompanhamento médico. Parar de fumar é outra atitude importante. Mesmo que uma pessoa só tome essa decisão ou venha a concretizá-la aos 75 anos, e por isso não consiga mais prevenir o surgimento de doenças, ela conseguirá reabilitar-se.

As doenças mais letais são as cardiovasculares, entre elas a hipertensão e o diabetes, que podem evoluir para a insuficiência cardíaca. Segundo dados de 97 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as doenças do aparelho circulatório são responsáveis por 39,4% dos óbitos masculinos e 36,3% dos femininos entre os idosos. As neurodegenerativas (Mal de Parkinson e Mal de Alzheimer) não ocasionam a morte do paciente, mas afetam sua autonomia. Devido à sua complexidade, pouco se sabe sobre a prevenção. Outro problema freqüente é a depressão. De um quarto a três terços da população idosa mundial apresenta a doença. A depressão pode tornar o idoso dependente de outras pessoas e incapacitá-lo para a realização de suas atividades diárias. É importante procurar um médico, assim que identificados os primeiros sinais da doença, pois ela pode ser facilmente tratada com antidepressivos, se diagnosticada.

O câncer, uma mutação das células que se caracteriza como a principal causa de morte nos países desenvolvidos, tende a aumentar no Brasil com o envelhecimento da população. Segundo Ramos, quem chega aos 80 anos de idade dificilmente apresentará a doença. Para a pessoa com câncer ou qualquer outra doença, principalmente as neurodegenerativas ou a depressão, em qualquer quadro, a participação da família é fundamental, oferecendo apoio ao paciente e estando atenta aos sintomas.


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Principais Doenças

Cardiovasculares - (enfarto, angina, insuficiência cardíaca)

São fatores de risco para essas doenças o sedentarismo, o fumo, o diabetes, o colesterol alto e a obesidade. Entre os sintomas das doenças estão falta de ar, dor no peito, palpitações e inchaço. Para preveni-las é preciso praticar atividades físicas, não fumar, controlar o peso, o colesterol e o diabetes. Como atividade física, pode ser adotada a caminhada, três vezes por semana, com duração de meia hora.

Derrames - (acidente vascular cerebral)

Os fatores de risco são semelhantes aos das doenças cardiovasculares (fumo, sedentarismo, obesidade e colesterol alto), além da hipertensão. A prevenção, também, é feita por meio de atividades físicas e controle da pressão arterial, do peso e do colesterol, além do abandono do cigarro.

Pneumonia

Pacientes idosos com gripe, enfisema e bronquite anteriores e os que estão imobilizados na cama estão no grupo de risco da doença. Seus sintomas são febre, dor ao respirar, escarro e tosse. Umas das mais eficazes formas de prevenção é a vacinação, tanto contra a gripe como contra a pneumonia (leia capítulo sobre vacinas).

Câncer

Pessoas que fumem, apresentem um histórico de exposição ao sol intensa e freqüente, tenham alimentação inadequada ou problemas de alcoolismo, sejam obesas ou possuam algum caso de câncer na família têm maior propensão a desenvolver a doença. A realização de exames e a consulta periódica ao médico são métodos eficazes de prevenção e diagnóstico da doença em estado inicial. É aconselhável, também, evitar o sol em excesso e não fumar.

Enfisema e bronquite crônica

Entre os fatores de risco dessas doenças estão o fumo, a ocorrência de casos na família e a poluição excessiva. Os médicos recomendam manter a casa ventilada e aberta ao sol, além de parar de fumar. Os sintomas são tosse, falta de ar e escarro.

Infecção urinária

Homens que sofrem de retenção urinária e mulheres de incontinência correm o risco de apresentar a doença, cujos sintomas são ardor ao urinar e vontade freqüente de ir ao banheiro.

Osteoporose

Mais comum nas mulheres, em quem o risco é sete vezes maior, é resultado do enfraquecimento dos ossos do corpo. Dieta pobre em cálcio, fumo e sedentarismo são agravantes da doença. Geralmente a osteoporose é diagnosticada quando o paciente sofre alguma fratura. A prevenção é feita por meio de atividades físicas, dieta com alimentos ricos em cálcio (leia capítulo sobre alimentação) e abandono do cigarro.

Diabetes

As pessoas que apresentam essa doença têm como sintomas muita sede e aumento no volume de urina. São fatores de risco a obesidade, o sedentarismo e a existência de casos na família. Os médicos orientam os pacientes a controlar o peso e a taxa de açúcar no sangue. Para saber mais detalhes sobre essa doença, clique aqui.

Osteartrose

As dores nas juntas de sustentação (joelho, tornozelo e coluna) e nas mãos são os principais sintomas da doença, cujos fatores de risco são obesidade, traumatismos e casos na família. Para se prevenir, é preciso controlar o peso e praticar atividades físicas.

Depressão

Não há uma causa única para a depressão. Ela pode ser motivada por fatores psicológicos, como a perda de um ente querido, uma situação de dependência de familiares e doença grave, assim como por mudanças no funcionamento químico do cérebro. O fator genético também é importante. O tratamento é feito à base de antidepressivos.

Mal de Parkinson

É causado pela morte de neurônios ou pela perda da capacidade da célula nervosa de atuar no controle dos movimentos do corpo. O paciente apresenta tremores, rigidez nos músculos, dificuldades de locomoção e equilíbrio. Tratamentos com medicamentos reduzem os efeitos da doença. Não há modo de prevenção. Para saber mais detalhes sobre essa doença, clique aqui.

Alzheimer

É a forma mais comum de demência entre os idosos. Age nas partes do cérebro que controlam o pensamento, a memória e a linguagem. Os médicos ainda não descobriram qual a causa da doença, mas sabem que a idade é um dos principais fatores de risco. Os sintomas aparecem de forma lenta, primeiramente, com a dificuldade de lembrar-se de eventos recentes, nomes de pessoas e coisas familiares, até chegar a um grave dano cerebral. Nenhum tratamento pode deter o Alzheimer, mas há medicamentos que amenizam alguns sintomas. Para saber mais detalhes sobre essa doença, clique aqui.

Catarata

Atinge o cristalino, a chamada lente do olho, formando uma camada que atrapalha e deixa a visão nebulosa. Pode levar à cegueira, mas uma cirurgia simples remove a catarata, devolvendo a visão ao paciente. O índice de recuperação satisfatória chega a 90% dos casos.

Glaucoma

É causado pelo aumento da pressão dentro do olho, o que pode afetar o nervo óptico e causar a perda da visão. Na maioria dos casos, as pessoas não apresentam sintomas quando a doença ainda está se desenvolvendo, antes de atingir o nervo óptico. A melhor forma de prevenir-se é fazer exames regulares. O tratamento pode incluir medicamentos e cirurgia.



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Quando fazer exames
(Se o organismo apresentar algum tipo de alteração, o médico deve recomendar exames mais freqüentes)

  • Glicemia – anualmente
    Pressão ocular – anualmente
    Urina – anualmente
    Próstata – anualmente
    Ginecológico – anualmente
    Colesterol – anualmente

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Vacinas: Mais proteção para os idosos

Não são apenas as crianças e os adolescentes que precisam se imunizar. Os adultos e os idosos também devem continuar recebendo doses de vacinas para se proteger de várias doenças. As seguintes vacinas estão à disposição no sistema público de saúde:

As essenciais

Dupla tipo adulto - (difteria e tétano)

Protege o organismo contra a difteria e o tétano. Esse acomete com freqüência os idosos, devido a ferimentos domésticos e porque as pessoas que hoje têm mais de 60 anos não foram, na adolescência e na infância, alvo de campanhas de vacinação. Causado por uma bactéria, o tétano atua nos terminais nervosos. Seus principais sintomas são espasmos e rigidez muscular.

É preciso tomar a vacina a cada dez anos. O adulto que nunca tomou a vacina ou desconhece quantas doses tomou deve receber três doses, com intervalo mínimo de 30 dias entre cada uma. Depois, é preciso tomar uma dose de reforço a cada dez anos. Se a pessoa se ferir e só tiver tomado uma dose ou não se lembrar de quantas tomou, precisará tomar as três doses, além do soro antitetânico. A vacina está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).

Influenza

Também é conhecida como a vacina contra a gripe. O vírus Influenza provoca a gripe, cujos sintomas são febre alta, dor de garganta, dores no corpo, fraqueza e mal-estar. Nos idosos, a infecção pode evoluir com mais facilidade para uma pneumonia. É bom lembrar que a gripe é diferente do resfriado, causado por outros vírus e com sintomas mais fracos. A vacina requer uma dose a cada ano, administrada nas campanhas de vacinação do Ministério da Saúde.

Contra a pneumonia

Protege o organismo contra a pneumonia causada pela bactéria pneumococo. Em pessoas com mais de 60 anos, a doença é três vezes mais freqüente, além da mortalidade ser maior, razões pelas quais a vacina se torna importante nessa faixa etária. No sistema público de saúde, ela é destinada a idosos hospitalizados ou internados em casas geriátricas e asilos. A vacina tem uma única dose, com reforço após cinco anos. Entre os sintomas da pneumonia estão febre, calafrios, dor no tórax, tosse com catarro e falta de ar.

Outras vacinas

Hepatite B

É uma doença do fígado que em algumas pessoas não apresenta sintomas. Em outras, o doente pode ter sintomas semelhantes aos da gripe: febre baixa, dores musculares e articulares, dor abdominal e diarréia. Cerca de 10% dos pacientes não desenvolvem a doença, mas correm o risco de ter cirrose ou câncer de fígado no decorrer dos anos. No caso dos idosos, o risco é que a hepatite B evolua para formas mais graves. A vacina contra a hepatite B tem indicação universal, ou seja, todos deveriam tomá-la, sendo recomendadas três doses - duas com intervalo de um mês e a terceira cinco meses após a segunda dose. A vacina não está disponível para adultos na rede pública de saúde.

Febre amarela

Deve ser tomada por todas as pessoas que moram ou viajam para regiões de risco no País, entre as quais Mato Grosso, Pará, Goiás, Amazonas e a região oeste dos Estados de São Paulo e Minas Gerais. A febre amarela é uma doença infecciosa de curta duração (no máximo dez dias). Os sintomas gerais são febre, calafrios, dores de cabeça e musculares, náuseas, vômitos e fotofobia (sensibilidade dos olhos à luz). Nos idosos, a febre amarela pode evoluir para um quadro mais grave (queda de pressão, sangramentos e icterícia). A vacinação deve ser realizada dez dias antes da data marcada para a viagem às regiões de risco. Quem já tomou a vacina, deve se imunizar, novamente, e esperar três dias para iniciar a viagem. O sistema público de saúde dispõe dessa vacina.

De olho nos remédios

Os medicamentos são parte da rotina de praticamente toda pessoa que está na terceira idade. Estudos mostram que cerca de 70% dos idosos têm ao menos uma doença crônica que requer tratamento médico e terapêutico, ou seja, uso de fármacos. No Brasil, os idosos consomem, em média, de 2 a 3,4 medicamentos por dia. Tomar vários medicamentos com horários e doses diferentes nem sempre é fácil, principalmente para as pessoas que têm problemas de memória.

Além da dificuldade que o variado número de medicamentos pode trazer ao dia-a-dia do idoso, também muda a forma como os remédios agem no corpo. Uma das diferenças está no fato de que, ao envelhecer, o corpo perde água e tecidos (principalmente músculos) e ganha mais gordura, o que pode fazer com que determinado medicamento fique mais tempo no organismo. Problemas nos rins e no fígado também acarretam dificuldade na eliminação de fármacos. Por isso, é preciso que o paciente converse com seu médico, atentando para todos esses fatores na hora de receber a receita de um remédio.

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Alimentação mais saudável

  • Restrinja o consumo de lingüiça a uma vez a cada 15 dias, mesmo que você aprecie muito este alimento. Como alternativa, você pode optar pela lingüiça de frango ou de peru.
  • Não limite seu consumo de carne à sardinha em lata, ainda que ela seja uma opção barata e rica em proteínas.
  • Tome de seis a oito copos de água por dia, mesmo que, habitualmente, você esteja acostumado a consumir chás e sucos. Lembre-se de que a partir dos 60 anos aumenta a propensão da pessoa ficar desidratada.
  • Consuma chá de erva-doce, pois ele é bom para a digestão.
  • Inclua os iogurtes em seu cardápio. Eles são indispensáveis para aumentar a atividade do sistema imunológico.
  • Opte pelos integrais, ao comprar pão. Eles possuem mais vitaminas A e E e minerais que ajudam as funções cerebrais.
  • Faça legumes e verduras no vapor, cozinhando-os bem, para facilitar a mastigação.
  • Coma a cada três horas, alternando, entre uma refeição e outra, frutas e chás.
  • Não tente fazer as dietas da moda. Elas não se ajustam às necessidades do idoso.
  • Nunca faça uma atividade física ou fisioterapia em jejum. Ao término de qualquer atividade física, faça uma alimentação rápida e leve, coma de preferência uma fruta.
  • Verifique quais são os remédios que causam ânsia de vômito e azia, e peça para o médico programá-los para horários distantes das refeições.
  • Ingira 1.800 calorias diárias, se for homem, ou 1.600, se for mulher.
  • Use ervas, alecrim, salsinha, coentro, orégano e gengibre, entre outras, para acentuar o sabor dos alimentos, sem abusar do sal, mesmo que você não sofra de hipertensão.

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Dificuldades em se alimentar em caso de doenças ou deficiências

Dificuldade de mastigar

- Privilegie pratos cremosos, como sopas e purês, além de carne moída, frango desfiado e peixes, panquecas, macarrão à bolonhesa, rocambole de carne moída e bolo com frutas.

Anemia - (deficiência de ferro e vitamina A)

- Coma folhas verde-escuras (espinafre, brócolis, rúcula, couve, agrião e chicória) e carne vermelha sem gordura.

Osteoporose

- Consuma produtos lácteos (derivados do leite), como queijos, requeijão, com exceção de margarina e manteiga, e alimentos à base de soja.
- Tome banho de sol, diariamente, por 15 minutos.

Hipertensão

- Não consuma sal, embutidos (salsicha, lingüiça, presunto etc.), enlatados e leite.
- Para temperar a comida, use ervas (salsinha, alecrim, coentro e orégano, por exemplo) e gengibre.

Diabetes

- Não consuma açúcar branco e gorduras.
- Coma alimentos ricos em fibras (frutas, verduras e legumes).
- O uso do adoçante é liberado. Os melhores são à base de aspartame e estévia, pois são mais naturais.

Prisão de ventre

- Consuma alimentos ricos em fibras.
- Tome água.
- Evite refrigerantes em razão da formação de gases.

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Dicas para prevenir-se de assaltos e golpes

Na agência bancária e nos caixas eletrônicos

Não vá ao banco sozinho; leve sempre alguém para acompanhá-lo até a agência.

Não aceite ajuda de estranhos. Procure a orientação de um funcionário do banco que apresente identificação visível.

No caixa, se for necessário digitar a senha, coloque o corpo bem junto ao teclado, para evitar que golpistas vejam o número da combinação.

Confira o dinheiro ainda no caixa. Evite fazê-lo na saída do banco.

Use os caixas eletrônicos localizados na parte interna das agências bancárias ou em locais movimentados (postos de gasolina ou shoppings, por exemplo), de preferência durante o dia.

Cuidado com a senha do cartão. Não guarde o número da senha junto com o cartão.

Não aceite ajuda de estranhos nem digite a senha em celulares de desconhecidos.

No transporte coletivo

Evite usar ônibus, trens ou metrôs com excesso ou aglomeração de passageiros, onde a ação de batedores de carteira fica facilitada.

Não fique sozinho em pontos de ônibus localizados em áreas desertas ou mal iluminadas.

Procure sentar-se próximo ao motorista e distante do cobrador, pois este último será o alvo dos ladrões em caso de assaltos.

Nas lojas

Não entre em lojas com muita aglomeração, pois isso ajuda a ação de batedores de carteira; prefira fazer compras em horários de menor movimento.

Evite abrir carteiras ou manusear dinheiro em maços.

Nas ruas

Procure caminhar em grupos ou acompanhado de alguém.

Não utilize sempre os mesmos trajetos e saia em horários diferentes.

Não ostente jóias ou relógios.

Evite andar por locais mal iluminados, mesmo que deseje cortar caminho.

Não leve muito dinheiro na bolsa e deixe à mão o suficiente para pequenas despesas (cigarro, café, lanche etc.)

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Os principais golpes aplicados em idosos

Conto da aposentadoria

Nesse caso, a vítima não é contribuinte da Previdência Social. O golpista identifica-se como fiscal da Previdência e, demonstrando bom conhecimento de assuntos previdenciários, prontifica-se a conseguir aposentadoria para a vítima, mesmo que sem a contribuição mensal. Esta aceita a proposta e paga várias parcelas em dinheiro pelo serviço. Quando a vítima percebe que tudo não passou de um golpe, o estelionatário some. As denúncias referentes a esse tipo de golpe podem ser feitas pelo Prevfone (0800-780191), de segunda a sábado, das 7 às 19 horas.

Golpe do reajuste atrasado

O golpista identifica-se como funcionário de algum sindicato ou associação e age na saída de bancos ou próximo a entidades de classe. Ele aborda as vítimas dizendo que elas têm direito a receber os reajustes atrasados do benefício previdenciário, oferecendo-se, imediatamente, para agilizar o processo na Previdência Social. Para tal, pede alguns documentos e, para cobrir as despesas, um depósito de 10% do valor ao qual, segundo ele, a vítima terá direito pelos reajustes. Após receber o dinheiro, o estelionatário desaparece.

Golpe do cartão engolido

O golpista, usando um produto aderente, faz com que o cartão magnético do banco utilizado pela vítima fique preso no caixa eletrônico. O estelionatário fica à distância, observando a vítima digitar a senha do cartão. Após várias tentativas, a vítima desiste de usar a máquina e deixa o cartão. O golpista retira o cartão e saca todo o dinheiro disponível na conta corrente.

Golpe do cartão eletrônico

Envolve muita preparação dos golpistas. Em primeiro lugar, eles colocam no caixa eletrônico um dispositivo que prende o cartão magnético do cliente. Logo depois, os estelionatários esperam a vítima. Um deles fica em frente ao caixa eletrônico e coloca um aviso, com o logotipo do banco e o telefone para informações. A vítima, ao ver seu cartão retido, pede informações ao golpista. Esse afirma que o caixa deve estar com defeito, pois foi colocado um aviso do lado de fora da cabine. A vítima decide usar o telefone e é atendida por outro estelionatário, o qual se faz passar por funcionário do telemarketing do banco. A vítima fornece dados como o número da sua conta e a sua senha numérica e é orientada a procurar uma agência bancária para formalizar o extravio do cartão. Com a senha e o cartão em mãos, os golpistas sacam o dinheiro da conta.

Recadastramento bancário

Esse é realizado por telefone. O golpista liga para a vítima e diz ser representante do banco no qual ela possui conta. Na conversa, o estelionatário induz o correntista a fazer seu recadastramento bancário, digitando os números da sua agência, da sua conta e da sua senha. Com equipamentos capazes de identificar os sinais sonoros dos números digitados, os golpistas conseguem ter acesso a essas informações e sacar o dinheiro da vítima.

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Violência dentro de casa

Grande parte dos casos de violência e maus-tratos contra idosos são cometidos por pessoas próximas à vitima – o vizinho, o amigo e, principalmente, os seus familiares. Antônio Quelce Salgado, presidente do Conselho Estadual do Idoso de São Paulo e membro do Conselho Nacional do Idoso, explica que a violência contra os idosos pode acontecer de várias formas, desde a violência psicológica, que se manifesta pela negligência e pelo descaso, até as agressões físicas. São comuns os casos de filhos que batem nos pais, tomam seu dinheiro, dopam-nos, deixam passar fome ou não dão os remédios na hora marcada. Casos como esses últimos são chamados de abandono material.

A Constituição Federal diz que é obrigação dos filhos dar assistência aos pais. Contudo, segundo Eneida Gonçalves de Macedo Haddad, coordenadora do núcleo de pesquisa do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM) esses direitos ficam no papel. Estudo feito pelo IBCCRIM com base nas ocorrências registradas pela Delegacia de Proteção ao Idoso de São Paulo em 2000 mostra que 39,6% dos agressores eram filhos das vítimas, 20,3% seus vizinhos e 9,3% outros familiares. As ocorrências registradas com maior freqüência foram as ameaças (26,93%), seguidas de lesão corporal (12,5%) e de calúnia e difamação (10%,84). O estudo mostrou, também, que parte das ocorrências são retiradas pelos idosos dias após a denúncia. Nos registros, os idosos argumentam que precisam viver com a família, têm de voltar para casa, e a manutenção da queixa atrapalharia a convivência.

Há também os casos de maus-tratos em asilos e entidades que atendem idosos. Ao enfrentar esse tipo de situação, o idoso sente-se só, sem ter como se defender ou alguém para defendê-lo. Nesse caso, a orientação é para que a vítima procure as promotorias e as delegacias especializadas no atendimento aos idosos. É bom lembrar que as delegacias comuns também registram denúncias tanto contra familiares quanto contra instituições que abrigam idosos.

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Onde denunciar - Violência dentro de casa


Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
Ligue Idoso
Recebe denúncias de maus-tratos e orientações em geral.
Das 9h às 18h, de segunda a sexta-feira
(0/xx/21) 2299-5700

Delegacia de Atendimento e Proteção ao Idoso
Das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira
Rua Senador Pompeu, s/nº
(0/xx/21) 3399-3181/3182

Distrito Federal
Disque-Idoso
0800-6441401
Recebe denúncias de maus-tratos,
transportes, informações sobre direitos
Das 8 às 18h, de segunda a sexta-feira

Promotoria de Defesa do Idoso
(Ministério Público do Distrito Federal e Territórios)
Edifício do Ministério Público do Distrito Federal, Eixo Monumental, 1º andar, salas 125 e 127
(0/xx/61) 343-9414/9960

Paraná
Curitiba
Promotoria dos Direitos do Idoso
Av. Marechal Floriano Peixoto, 1251
(0/xx/41) 219-5254

Ceará
Fortaleza
Alô Idoso
Atende denúncias de maus-tratos e abandono.
Das 7 às 19h, de segunda a sexta-feira
0800-850022

Pernambuco
Recife
Disque-Idoso
Recebe denúncias de maus-tratos e desrespeito ao idoso.
De segunda a quinta-feira, das 8 às 17h30
0800-2812280

São Paulo
São Paulo
Núcleo de Atenção ao Idoso (NAI)
Oferece cursos e informações gerais para idosos, além de atender denúncias de abandono material, maus-tratos e agressões.
(0/xx/11) 3874-6904

Promotoria do Idoso
(Ministério Público do Estado de São Paulo)
Rua Riachuelo, 115
Defende o interesse de pessoas idosas, se desrespeitados seus direitos previstos na Constituição, e fiscaliza estabelecimentos que prestam serviços a idosos.
(0/xx/11) 3119-9082/9083

Delegacia de Proteção ao Idoso
Rua Dr. Bittencourt Rodrigues, 200, Centro
Recebe denúncias de maus-tratos, ameaças e abandono material, entre outras manifestações de violência.
De segunda a sexta-feira, das 9 às 18h
(0/xx/11) 3104-3798

Marília
Disque-Idoso
Recebe denúncias de maus-tratos, abandono e clínicas irregulares, além de fornecer informações jurídicas sobre aposentadoria, cultura, lazer e saúde. Mantém, ainda, uma relação dos cuidadores de idosos que passaram por um curso específico e encaminha idosos para casas de saúde.
Das 8 às 18h, de segunda a sexta-feira
(0/xx/14) 423-8639

Minas Gerais
Belo Horizonte
Disque-Idoso
Informações sobre postos de saúde, cuidadores de idosos, ambulatórios e transportes.
Das 8 às 18h, de segunda a sexta-feira
(0/xx/31) 3277-4646

Delegacia Especializada de Proteção ao Idoso
Registra casos de abandono material, lesão corporal, maus-tratos, apropriação indébita e perturbação do sossego.
Das 8h30 às 12h e das 14 às 17h, de segunda a sexta-feira
Avenida Afonso Pena, 984, Centro
(0/xx/31) 3236-3010/3011

Telefone para denúncias anônimas
0800-305000
Promotoria de Justiça de Defesa da Pessoa Portadora de Deficiência e do Idoso (Ministério Público de Minas Gerais)
Av. Olegário Maciel, 1.772
Das 9h às 18h, de segunda a sexta-feira
(0/xx/31) 3335-8311/8375

Rio Grande do Sul
Porto Alegre
Conselho Estadual do Idoso
(0/xx/51) 3228-8062

Delegacia do Idoso de Porto Alegre
Registra casos de maus-tratos, abandono material, lesão corporal, clínicas irregulares, apropriação indébita da renda.
Das 8h30 às 12h e das 13h30 às 18h, de segunda a sexta-feira
Av. Presidente Franklin Roosevelt, 981
(0/xx/51) 3325-5304

Maranhão
São Luís
Promotoria Especializada dos Direitos dos Cidadãos Portadores de Deficiência e Idosos (Ministério Público Estadual do Maranhão)
Das 8 às 18h, de segunda a sexta-feira
Avenida Prof. Carlos Cunha, s/nº, sala 135
(0/xx/98) 219-1816/1836

Paraíba
João Pessoa
Procuradoria-Geral de Justiça do Estado da Paraíba
Procuradoria de Defesa dos Direitos do Cidadão
Avenida Getúlio Vargas, 255
(0/xx/83) 241- 7094

Rio Grande do Norte
Natal
Promotoria de Defesa do Idoso
Das 10h às 22h, de terça a sexta-feira e aos sábados, das 10h às 18h.
Av. Engenheiro Roberto Freire, 8790 (Central do Cidadão do Praia Shopping)
(0/xx/84) 232-7244

Mato Grosso do Sul
Campo Grande
Promotoria de Justiça da Cidadania, Idoso e Deficiente
(Ministério Público Estadual de Mato Grosso do Sul)
Das 7h às 11h e das 13h às 17h, às segundas, terças e quintas-feiras
Rua Padre João Crippa, 753, Centro
(0/xx/67) 321-3250

Santa Catarina
Florianópolis
Centro de Apoio Operacional de Cidadania do Ministério
Público Estadual de Santa Catarina
Das 9h às 11h30 e das 13h às 18h30, de segunda a sexta-feira.
Rua Bocaiúva, 1750, 4º andar, sala 405
(0/xx/48) 229-9210



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Sexo na terceira idade

Não há idade para o sexo, ou seja, homens e mulheres saudáveis podem se manter sexualmente ativos por toda a vida. Segundo os especialistas, o preconceito e a falta de informação atrapalham o desenvolvimento da sexualidade na terceira idade. Há mudanças físicas, sim, mas elas não são as responsáveis pelo fim da intimidade entre o casal. Na avaliação dos sexólogos, as barreiras são socioculturais, ou seja, a idéia de que o sexo é privilégio dos mais jovens e que não pode fazer parte da idade madura. Para quem tem essa visão, aos mais velhos cabe o amor platônico, pré-adolescente.

É claro que as necessidades sexuais do idoso são diferentes das do jovem, pois as pessoas mais velhas vivem outro momento da vida, prezam mais a intimidade com seu companheiro ou companheira do que, por exemplo, a freqüência das relações sexuais. O sexo entre pessoas mais velhas é muito natural e importantíssimo para manter a qualidade de vida, pois ajuda a perder peso, melhora o apetite e a digestão, além de favorecer a circulação sanguínea. Ou seja, não há contra-indicações.

O que muda no corpo

Das mulheres

Com a menopausa, há a queda de hormônios sexuais, o que reduz sua capacidade de sentir desejo. Além disso, a lubrificação vaginal também diminui, causando às vezes dor no ato sexual e dificultando o orgasmo. A reposição hormonal pode ser uma solução para esses problemas, mas é preciso consultar um médico para saber se o tratamento se aplica ao caso. Maior atenção às preliminares e às carícias por parte do companheiro também podem aumentar o prazer sexual da idosa.

Dos homens

O maior problema vivido pelos homens é a dificuldade de ter e manter a ereção. Segundo pesquisas, após os 65 anos, entre 15% e 25% dos homens têm esse problema. A impotência pode estar associada a doenças como diabetes, hipertensão, doenças do coração (leia abaixo). Remédios para hipertensão e antidepressivos também reduzem o desejo sexual. Nessa faixa etária, o homem demora mais para ter a ereção, a rigidez do pênis também não é a mesma da juventude, o volume de esperma pode ser menor e o período entre a ereção e a ejaculação também é reduzido. No entanto, esses problemas podem ser contornados com medicação (no caso da impotência) ou por estimulação erótica antes do ato sexual.

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As doenças e o sexo

“Sexo não mata, mas o esforço físico em exagero sim”, é o alerta feito pela médica e psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade do Hospital das Clínicas de São Paulo. O desempenho sexual é, na verdade, um termômetro do estado de saúde física e mental do casal na terceira idade. Entre as doenças que podem afetar o desejo na terceira idade estão:

Artrite

O contato sexual pode ficar incômodo por causa da dor nas articulações. Mudança de posição no ato sexual, exercícios, descanso e banhos quentes podem reduzir o desconforto.

Diabetes

A doença pode provocar impotência nos homens. Na maioria dos casos, o tratamento médico ajuda.

Coração

A atividade sexual corresponde a uma sobrecarga para o coração, pois há aumento da freqüência cardíaca (número de batimentos por minuto) e da pressão arterial. No entanto, o esforço, se acontece em condições de bem-estar psicológico, corresponde a subir dois lances de escada. Alguns homens podem apresentar problemas de ereção e, os que sofreram enfarto podem retomar a vida sexual em semanas. E não há nenhum perigo de um homem sofrer um enfarto durante a relação sexual. “O que acontece com freqüência, é a mulher olhar para seu companheiro como um enfartado em potencial, o que acaba prejudicando a vida sexual do casal”, diz a psiquiatra Carmita Abdo. É importante deixar claro que os fatores de risco que causam as doenças cardiovasculares são os mesmos que provocam a disfunção erétil, ou seja, o tabagismo, a hipertensão, o colesterol alto e a diabetes.

Incontinência

A falta de controle da bexiga e o escape de urina ficam mais comuns com o envelhecimento, principalmente nas mulheres. Devido à pressão extra sobre o abdome durante o ato sexual, a incontinência pode fazer com que o casal deixe de manter relações sexuais. No entanto, há tratamento para esse problema, basta consultar um médico.

Acidente vascular cerebral

Os acidentes vasculares cerebrais raramente afetam a capacidade de a pessoa manter relações sexuais, embora em alguns casos o homem possa ter problemas de ereção.

Depressão

O problema afeta 15% dos idosos, provocando, nos homens, a falta de interesse pela companheira e a impotência e, na mulher, a diminuição do desejo sexual.

Doenças Sexualmente Transmissíveis

Em conseqüência do uso de remédios contra a impotência, pode haver um aumento na atividade sexual, em uma idade em que já não está mais presente a preocupação com a gravidez. Entretanto, sempre existe o risco de se contrair Doenças Sexualmente Transmissíveis, inclusive Aids. Por isso a recomendação é jamais dispensar o uso de preservativos.

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Como melhorar a vida sexual

Como já foi dito antes, o desempenho sexual é um termômetro da saúde física e mental do homem e da mulher. Assim, se o desejo diminui ou um companheiro não é correspondido pelo outro, é hora de procurar um médico.

Dicas

Converse com seu médico sobre as mudanças em seu corpo e o que muda na vida sexual do casal.

Não tenha vergonha de conversar com seu (sua) companheiro(a). Exponha as dificuldades encontradas e mostre o que lhe dá mais prazer.

Saia para jantar, dançar, ir ao cinema com seu (sua) companheiro(a). Lembre-se de que a vida familiar e a rotina podem atrapalhar sua vida sexual.

Experimente novos horários para as relações sexuais. No período da manhã, por exemplo, o corpo tem mais energia.

Não tenha pressa. Dedique o tempo necessário às carícias.

Saiba que a masturbação pode ser uma alternativa de atividade sexual para mulheres e homens solteiros, viúvos, separados, mas que também pode ser adotada por aqueles que têm companheiros.

Tenha um estilo de vida saudável, faça exercícios, mantenha uma boa alimentação.

Valorize-se e ao seu (a sua) companheiro (a). Lembre-se de que o sexo não está restrito aos mais jovens.

Pergunte ao seu médico se os medicamentos estão prejudicando o seu desempenho e peça alternativas de tratamento

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Dinheiro e aposentadoria


Dicas para equilibrar o orçamento

Faça sempre uma pesquisa de preços de serviços ou produtos que você precise comprar ou contratar.

Aproveite os descontos oferecidos para a terceira idade. Algumas farmácias, por exemplo, dão abatimento a aposentados na compra de remédios.

Vá ao posto de saúde próximo à sua casa e se informe sobre os remédios distribuídos gratuitamente para pessoas com mais de 65 anos. Entre os medicamentos estão os para diabetes e hipertensão.

Aproveite os serviços gratuitos, como o transporte público, por exemplo, e as opções de lazer oferecidos pela prefeitura de sua cidade ou pelo governo do Estado.

Anote todos os gastos para controlar o orçamento.

Tome cuidado no lazer. Muitos idosos se distraem nas casas de bingo e acabam gastando além da conta.

Analise se há realmente a necessidade de comprar tal produto ou contratar tal serviço.

Se você tiver dívida no cheque especial, renegocie com o banco. Os juros são bem menores do que os cobrados no cheque.

Se você mora com parentes e participa da renda familiar, imponha limites de gastos.

Para valores pequenos, prefira pagamentos em dinheiro ou cartões de débito aos cheques.

Os bancos cobram taxas por folha emitida.

Para economizar, tente sempre fazer as refeições em casa.



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Isenção do Imposto de Renda

O contribuinte com mais de 65 anos tem direito a uma isenção adicional do Imposto de Renda (IR), definida a cada ano pela Receita Federal. Na declaração de 2003, por exemplo, essa isenção adicional foi de R$12.696,00. Se somada à válida para todos os contribuintes (R$ 12.600,00), o idoso tinha direito a isentar até R$ 25.200,00 na declaração. O contribuinte que recebeu mais do que o valor da isenção adicional pôde isentar esse limite e pagar o IR pelo restante.

Os aposentados e pensionistas também têm algumas vantagens.

Os que sofrem de doenças graves como câncer, Mal de Parkinson e outras estão isentos do pagamento do Imposto de Renda sobre as pensões ou aposentadorias. A isenção não se estende a ganhos de outras fontes (aluguel de imóveis, por exemplo) e o contribuinte deve, assim mesmo, apresentar a declaração do IR.


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O benefício de amparo ao idoso

O governo federal mantém um benefício para os idosos que não conseguem se sustentar e cujas famílias também não podem ajudá-los. O amparo assistencial ao idoso tem o valor de um salário mínimo e é pago a pessoas com 65 anos ou mais. O auxílio deixa de ser liberado após a morte do beneficiário e não há o pagamento do 13º salário.

Requisitos

- A pessoa tem de ter 65 anos de idade ou mais.
- A renda familiar per capita (por pessoa) deve ser inferior a um quarto do salário mínimo.
- O idoso não pode receber nenhum outro benefício e nem ter vínculo com planos de previdência.

Onde pedir

O idoso deve pedir o benefício nos postos e nas agências da Previdência Social, apresentando os seguintes documentos:

- PIS/PASEP ou número de inscrição de contribuinte individual, doméstico, facultativo ou trabalhador rural;
- Carteira de identidade e/ou carteira de trabalho;
- CPF;
- Certidão de nascimento ou casamento;
- Comprovante de rendimentos dos membros do grupo familiar.

Formulários que devem ser preenchidos (entregues nos postos e agências da Previdência):

- Requerimento de benefício assistencial;
- Declaração sobre a composição do grupo e da renda familiar.

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Fonte: Este texto foi retirado do excelente site http://www.serasa.com.br/guiaidoso/index.htm, caso o autor sinta-se prejudicado com a reprodução do texto, peço que entre em contato para que possamos retirá-lo.

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