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É
a perda total ou parcial, congênita ou adquirida, da capacidade de compreender
a fala através do ouvido.A deficiência auditiva manifesta-se como:
Surdez
Leve/Moderada
É
a perda auditiva de até 70 decibéis, que dificulta, mas não impede o indivíduo
de expressar-se oralmente, bem como de perceber a voz humana, com ou sem
a utilização de um aparelho auditivo.
Surdez
Severa/Profunda
É
a perda auditiva acima de 70 decibéis que impede o indivíduo de entender,
com ou sem aparelho auditivo, a voz humana, através do ouvido, bem como
de adquirir , naturalmente, o código da língua oral.
| Grau
de Deficiência |
Perda
em dB |
| Leve |
20
e 40 dB |
| Moderada |
40
a 70 dB |
| Severa |
70
a 90 dB |
| Profunda |
superior
a 90 dB |
Os
portadores de deficiência auditiva, necessitam métodos, recursos didáticos
e equipamentos especiais para a correção e desenvolvimento da fala e
da linguagem.
A
Deficiência Auditiva é um problema sensorial que exige cuidados adequados
mas que não impede o desenvolvimento global do indivíduo, incluindo
a aprendizagem.
A
Educação Especial, para o deficiente auditivo, se dará de acordo com
a época em que a deficiência se instalou.
Quando
o problema é precoce:
-
A
comunicação com os membros da família fica muito prejudicada.
-
Os
estímulos podem não ser suficientes para garantir um bom desempenho
para o bebê.
-
A
criança deve ser encaminhada para um exame audiológico.
-
Deverá
freqüentar Escola Especial, dos 0 aos 3 anos e onze meses, onde terá
mais facilidade para adquirir a linguagem.
-
Na
escola , a família será orientada por professores especializados,
quanto à educação do seu filho.
.......................... Quando à perda
se instalou após o domínio da linguagem:
-
A
criança freqüentará a Escola Regular.
-
Receberá
atendimento especializado paralelo, para suprir suas necessidades
específicas de comunicação, em Sala de Recursos.
-
Deverá
ser tratada como as demais pessoas da casa.
- Com
o tempo ela vai aprender a mexer com os lábios e deixar sair sons que
vão formar as palavras que ela vai falar.
Atitudes
Facilitadoras
-
Falar
sempre com a criança , como se ela estivesse ouvindo; logo se acostumará
a olhar -- para os lábios das pessoas e entenderá que elas querem
lhe dizer alguma coisa.
-
Ao
falar, ter o cuidado de se colocar de maneira que o seu rosto sempre
esteja bem iluminado para que ela possa ver bem os movimentos dos
lábios.
-
Não
forçar os movimentos da fala, falar normalmente.
-
Aproveitar
todos os momentos em que estiver com a criança surda para lhe falar,
mostrar as coisas; ela ficará alegre, pois tudo é novidade;
-
Ligar
e desligar um aparelho de som para que ela sinta quando há ou não
ruído;
-
Incentivar
para que a criança surda brinque com as outras crianças;
- Habituar
a criança surda a cuidar de suas coisas e de si mesma.
Conselhos
Finais
É
importante que a criança surda tenha amiguinhos ouvintes e surdos, possibilitando
sua integração social.
Junto
com as crianças surdas mais velhas, a criança desenvolverá uma forma própria
de comunicação, que é "Língua de sinais", como um meio de quebrar o bloqueio
de comunicação entre as pessoas surdas e as ouvintes.
As
pessoas portadoras de surdez, têm direito ao trabalho e desempenham,
com muita competência profissões que lhes permitam superar as dificuldades
da audição e, assim, integrar-se na sociedade em que vivem.
Fonte:
http://www.spponline.com.br/usuarios/eafa/alunos/09/09da.htm
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