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Tipos e causas de Deficiência Física


Escaras
Exemplo de coragem de um tetraplégico
Sexo e Deficiência - Vibradores que provocam ejaculação em Paraplégicos e Tetraplégicos
Sindrome de West-Um tipo de epilepsia, que causa atraso no desenvolvimento mental da criança.
Últimas Notícias
- Roupas só para deficientes são criadas em Pernambuco
- Deficientes físicos enfrentam dificuldades na hora de fazer viagens aéreas
- Legislação é regulamentada por Lula
- Esperança para voltar a andar
-
Aposentadoria por invalidez não permite trabalho em paralelo
-
Táxis são adaptados para deficientes

O que é Deficiência Física

1. DEFINIÇÃO

A deficiência física refere-se ao comprometimento do aparelho locomotor que compreende o sistema ósteo-articular, o sistema muscular e o sistema nervoso. As doenças ou lesões que afetam quaisquer desses sistemas, isoladamente ou em conjunto, podem produzir quadros de limitações físicas de grau e gravidade variáveis, segundo o(s) segmento(s) corporais afetados e o tipo de lesão ocorrida.

2. TIPOS

Lesão cerebral (paralisia cerebral, hemiplegias),Lesão medular (tetraplegias, paraplegias), Miopatias (distrofias musculares), Patologias degenerativas do sistema nervoso central (esclerose múltipla, esclerose lateral amiotrófica),Lesões nervosas periféricas, Amputações,Seqüelas de politraumatismos, Malformações congênitas, Distúrbios posturais da coluna, Seqüelas de patologias da coluna, Distúrbios dolorosos da coluna vertebral e das articulações dos membros, Artropatias, Reumatismos inflamatórios da coluna e das articulações, Lesões por esforços repetitivos (L.E.R.), Seqüelas de queimaduras.

3. DADOS ESTATÍSTICOS

A OMS (Organização Mundial da Saúde) estima que, em tempos de paz, 10% da população de países desenvolvidos são constituídos de pessoas com algum tipo de deficiência. Para os países em vias de desenvolvimento estima-se de 12 a 15%. Destes, 20% seriam portadores de deficiência física. Considerando-se o total dos portadores de qualquer deficiência, apenas 2% deles recebem atendimento especializado, público ou privado. (Ministério da Saúde - Coordenação de Atenção a Grupos Especiais, 1995).

4. PRINCIPAIS CAUSAS DA DEFICIÊNCIA FÍSICA

  • Acidentes de trânsito;
  • Acidentes de trabalho: devido principalmente à falta de condições de trabalho, à negligência dos trabalhadores quanto ao uso de equipamentos adequados e etc.
  • Erros médicos: embora de difícil constatação e comprovação, erros médicos podem levar pessoas a usar cadeiras de rodas ou outro tipo de equipamento;
  • Paralisia infantil: apesar das campanhas de vacinação diminuírem sensivelmente este tipo de doença;
  • Violência urbana: tiros, facadas e o uso de outras armas têm deixado muitas pessoas deficientes físicas;
  • Desnutrição (fome): quando ocorre na infância ou em períodos de gestação, as crianças não têm condições de desenvolver uma série de músculos, comprometendo de forma definitiva movimentos como o andar.

5. PARA FAZER A IDENTIFICAÇÃO

  • Observação quanto ao atraso no desenvolvimento neuropsicomotor do bebê (não firmar a cabeça, não sentar, não falar, no tempo esperado).
  • Atenção para perda ou alterações dos movimentos, da força muscular ou da sensibilidade para membros superiores ou membros inferiores.
  • Identificação de erros inatos do metabolismo
  • Identificação de doenças infecto-contagiosas e crônico-degenerativas.
  • Controle de gestação de alto-risco.A Identificação precoce pela família seguida de exame clínico especializado favorecem a prevenção primária e secundária e o agravamento do quadro de incapacidade.

Paralisia Cerebral: por prematuridade; anóxia perinatal; desnutrição; materna; rubéola; toxoplasmose; trauma de parto; subnutrição; outras.
Causada principalmente pela falta de oxigênio no cérebro, anóxia nas células cerebrais. Isto pode ocorrer por uma série de fatores, os mais comuns são:
- pressão alta da gestante;
- exposição da mãe a raios-X nos primeiros meses de gestação;
- trabalho de parto demorado ou difícil, causando falta de respiração ao bebê;
- traumatismo na cabeça;
- falta de oxigênio por afogamento ou outras causas;
- desidratação séria;
- infecções cerebrais causadas por meningite ou encefalite;
- febre alta prolongada,
- etc..
Cada criança acometida de pc apresenta um quadro específico. Pode perder o movimento muscular em uma ou ambas pernas ou braços, dificuldade para a fala, visão, audição, expressão facial e, mais raramente, comprometimento mental. Tudo dependerá de quais células do cérebro foram afetadas. Mas geralmente haverá uma dificuldade do controle das posturas para caminhar, sentar e avd (atividades de vida diária).
A paralisia cerebral não apresenta um quadro único, existem portadores com seqüelas mínimas, quase imperceptíveis e outras com sérias dificuldades. Tudo depende da quantidade e quais células foram afetadas pela anóxia.
A grande maioria das pessoas com pc tem inteligência normal, claro que, se um portador de pc tiver sua visão, fala ou audição afetadas, sentirá alguma dificuldade na comunicação. Mas isso não significa, como muitos leigos imaginam, que tenha dificuldade mental.
Por isso, é interessante aos pais e quem acompanha esta criança, trata-la de modo normal, auxiliando-a em aprender técnicas para se comunicar. Por exemplo: para a criança com dificuldade auditiva é útil aprender leitura labial e libras (comunicação por sinais), etc. Saiba mais...

Acidente vascular cerebral (derrame cerebral) - Hemiplegias: por acidente vascular cerebral; aneurisma cerebral; tumor cerebral e outras - A.V.C. é a deficiência do fornecimento sanguíneo a alguma região do cérebro, causando assim, a morte ou degeneração desta região comprometida. Como o cérebro é o órgão que controla as atividades corporais, esta falência resultará em problemas como, hemiplegia (paralisia de um lado do corpo), paralisia facial, etc. Éconsiderada emergência e o paciente deve ser encaminhado para o hospital mais próximo tão logo seja notado o sinal característico. Quanto antes iniciar o tratamento, mais rápido e melhor resultados serão obtidos.

Os derrames são de dois tipos:
- isquêmico: quando o sangue não chega a alguma região do cérebro devido obstrução no vaso que o irrigaria. Ocorre devido à embolia ou trombose arterial (coágulos de sangue).
- hemorrágico: este avc ocorre devida hemorragia local, ocasionando aumento da pressão intracraniana. Este aumento da pressão afetará áreas do cérebro importantes na manutenção da motricidade, sensibilidade e outras atividades de vida diária.
Este tipo de avc ocorre em pacientes com hipertensão arterial, que tenham história de dificuldade na coagulação sanguínea (hemofilia, diminuição das plaquetas, etc), com aneurisma cerebral (má formação congênita em vasos sanguíneos causando dilatação com paredes muito finas que se rompem a qualquer pressão).

Seqüelas do derrame cerebral
como o cérebro fica com algumas áreas afetadas, surgem seqüelas relacionadas a estas áreas. As mais comuns são:
- hemiplegia (paralisia de um lado do corpo),
- deformidades nos membros (devido à paralisia),
- dores difusas pelo corpo,
- complicações pulmonares,
- paralisia facial,
- alteração da sensibilidade,
- etc.

Lesão medular: por ferimento por arma de fogo; ferimento por arma branca; acidentes de trânsito; mergulho em águas rasas. Traumatismos diretos; quedas; processos infecciosos; processos degenerativos e outros.O cérebro comanda todas atividades do nosso corpo, enviando e recebendo informações pelos neurônios (nervos). Desta forma o cérebro sabe que nossos pés estão pisando na areia quente, através da informação que recebeu através de nervos sensitivos e ordena que o caminhar passe a ser corrida (para alcançar mais rápido a água do mar). Esta órdem chega aos músculos através dos nervos motores.
Todos os nervos passam por um "conduite", um canal existente no interior da coluna vertebral.
Saem do cérebro, passam por dentro da coluna vertebral e saem desta, para ir ao seu destino, ou pés, mãos, algum órgão, etc.
a lesão medular é a interrupção deste trajeto em algum nível da coluna vertebral.
Os nervos que vão para as mãos saem de dentro da coluna no nível torácico cervical, já os nervos que vão para as pernas saem da coluna na região lombar.
Então, se a ruptura ocorrer na região lombar não afetará em nada os nervos das regiões mais superiores do corpo, pois estes saíram da coluna em níveis anteriores.
Quanto mais alto o nível da lesão, mais comprometimentos haverá, pois haverá interrupção da comunicação abaixo da lesão.
As lesões podem ser traumáticas, quando ocorre um acidente fraturando a coluna e consequente ruptura da medula, ou não traumáticas, quando existe uma doença na medula, afeteando seu funcionamento adequado, como por exemplo, um tumor na coluna.
Os comprometimentos corporais são vários, dependendo da altura da lesão: paralisias, deficiência no controle das necessidades de defecar e urinar, sexualidade, respiração (quando a lesão é alta ocorre a impossibilidade de respirar sem ajuda de aparelhos), etc.


Sobre a sexualidade - A ereção ocorre devido ao enchimento interno do órgão sexual com sangue. Este sangue somente encherá o órgão sexual quando houver uma ordem para que isto ocorra. Esta ordem pode ser de duas maneiras:
- de forma reflexa: quando o órgão sexual é tocado haverá uma passagem deste estímulo do órgão até a coluna no nível do sacro (2º, 3º e 4º vértebras sacrais). Esta forma de ereção independe do cérebro.
- de forma psicogênica: os estímulos partirão do cérebro, desencadeados por pensamentos eróticos, visão, tato, olfato ou sons. Estes estímulos descerão pela medula e dela sairão entre a coluna torácica e a lombar (entre a 11º, 12º vértebras torácicas e 1º e 2º vértebras lombares). Então, caso haja uma lesão acima deste nível, haverá comprometimento sexual.
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Autismo - Em 1943, o estudioso Léo Kanner definiu o autismo como um diagnóstico de contato afetivo (para aquelas crianças que não estabelecem relações normais com os outros), atraso na linguagem e na comunicação. Um autista apresenta gestos esteriotipados e sugere que seu ambiente deve permanecer inalterado. Embora tenha boa memória, seu sintoma fundamental é o isolamento.

Alguns sintomas de comportamento do autista: Dificuldade de integração com outras crianças,resiste ao aprendizado, tem risos e movimentos não apropriados,tem acentuada hiperatividade física, preferência por objetos giratórios, não "olha no olho". não mantém contato visual, age como se fosse surdo, não demonstra medo de perigos reais, resiste ao contato físico, apego inapropriado a objetos, às vezes é agressivo e destrutivo, resiste a mudanças de rotina.

Principais causas: Por se tratar de uma síndrome, a medicina, bem como as ciências do comportamento, ainda não identificaram a origem do autismo.
Saiba mais...

Síndrome de Down - É uma anomalia cromossômica, também chamada de Trissomia do 21, há um excesso de material genético provocado por essa anomalia cromossômica, várias relações essenciais ao bom desempenho do sistema do organismo não se fazem de forma apropriada.
O nosso corpo é formado por pequenas unidades chamadas células. Dentro de cada célula estão os cromossomos, que são responsáveis por todo o funcionamento da pessoa e suas características.
Definida como um acidente genético, a Síndrome de Down é causada pela alteração de um dos pares de cromossomos, da célula humana, o de número 21.
Cada célula normal possui 46 cromossomos iguais, dois a dois, isto é, existem 23 pares de cromossomos, destes, 22 são chamados de cromossomos autossômicos e o outro par, chamado de cromossomos sexuais que são designados por letras, a mulher XX e o homem XY.
Portanto, numa célula normal existem 46,XX cromossomos (mulher) ou 46,XY cromossomos (homem) e numa célula de pessoa com Síndrome de Down, existem 47 cromossomos.
Os indivíduos com Síndrome de Down apresentam certos traços típicos, como: olhos com linha ascendente e dobras da pele nos cantos internos (semelhantes aos orientais), nariz pequeno e um pouco "achatado", rosto redondo, orelhas pequenas, baixa estatura, pescoço curto e grosso, flacidez muscular, mãos pequenas com dedos curtos, prega palmar única. Saiba mais...

Amputações: causas vasculares; traumas; malformações congênitas; causas metabólicas e outras.

Mal formações congênitas: A maior parte das causas é determinada durante a gestação. Neste período, o fumo, droga, álcool e alguns medicamentos podem levar à formação de uma criança com deficiência mental.Causas sociais: desnutrição e fome podem causar uma série de deficiências mentais. Quando não debilitam de forma total causam desenvolvimento retardado de uma série de potencialidades das pessoas.

Artropatias: por processos inflamatórios; processos degenerativos; alterações biomecânicas; hemofilia; distúrbios metabólicos e outros.

Fonte:



ÚLCERAS DE PRESSÃO - Escaras

As úlceras de pressão também denominadas úlceras de decúbito (do latim "decumbere"=deitar, daí a ser um nome inadequado, porque inclui apenas um tipo de causa) ou escaras. Com todo avanço da medicina permanecem como um problema atual, mesmo nos países mais desenvolvidos, apesar de ser um problema médico antigo, pois foram encontrados indícios delas até em múmias egípcias (Thomson-Rowling J - Pathological Change in Mummies - Proc R Soc Med 1961; 54:409-15 = Op. Cit. by R K Vohra in BMJ).

Como ocorrem
Ocorrem basicamente em pessoas que não podem modificar sua posição em intervalos de tempo regulares, (ideal em torno de 2 em 2 horas) criando áreas de pressão prolongada nas regiões de apoio onde o fluxo sangüineo local fica reduzido levando à isquemia e necrose (morte de tecidos). Por exemplo, em casos de trauma medular, durante a fase de choque medular ocorre alteração dos reflexos vasomotores juntamente com a redução da resposta orgânica aos efeitos isquemiantes da pressão, e ainda, soma-se a estes fatores a estase venosa local que também contribui para a isquemia ainda agravada pela dificuldade de mobilização que permite compressão prolongada localizada (pelo próprio peso do indivíduo) podendo evoluir até a necrose dos tecidos.
Uma vez instalada a isquemia a lesão final varia conforme a profundidade atingida, nos graus de I (o mais superficial) a IV (mais profundo).

Clique nas fotos para vê-las ampliadas.


Grau I

Grau II

Grau III

Grau IV

O tratamento
O melhor tratamento é a prevenção através de mudanças na posição, fiscalização visual da integridade da pele nas pessoas com alteração de sensibilidade, uso de suportes e artefatos que minimizam os efeitos da pressão local ou equipamentos especiais como a cama tipo clinitron. As lesões na região da cintura pélvica respondem por 75%, onde as Ulceras de Pressão são a grande maioria. Uma vez instalada a isquemia a lesão final varia conforme a profundidade atingida (níveis de I a IV).

O tratamento varia de acordo com localização, o tempo de evulução, a idade, as doenças associadas, o quadro clínico geral, o estado nutricional e a profundidade das lesões e inclui uso de:

medidas locais: (hidratantes, nutritivos, antibióticos, curativos, ...)

medidas sistêmicas: (uso de antibióticos, analgésicos, proteínas, vitaminas, sais minerais...)

cirurgias: (desbridamentos, enxertos, retalhos...) para corrigir a lesão no momento oportuno mediante várias opções e técnicas cirúrgicas conforme cada caso).

Curativos de escaras

Técnica

1. Lavar as mãos em água corrente.
2. Usar detergente anti-séptico e/ou sabão neutro.
3. Calçar par ou mão de luva de procedimento (dependendo do aspecto da lesão).
4. Usar éter ou benzina para remover o adesivo do curativo "velho", tomando cuidado para soltar os pelos aderidos ao adesivo e observar reações alérgicas.
5. Limpar a área ao redor da ferida com gaze embebida em soro fisiológico ou água fervida, fazendo movimentos no sentido de dentro para fora (descartar gaze após uso).
6. ATENÇÃO: Nunca fazer movimento no sentido de fora para dentro da ferida, pois irá contaminar ainda mais e comprometer o processo de cicatrização.
7. Fazer anti-sepsia da ferida com bolas de algodão embebidas em álcool iodado e/ou PVPI (POVIDINE tópico).
8. Com outra gaze seca, remova com movimentos suaves os restos de tecido morto (necrosado) e as secreções (pus).
9. Aplique quantidade do medicamento indicado, no caso de creme ou pomadas, procure encher a ferida até a metade (nós, particularmente, preferimos optar pela urinoterapia pelas suas inúmeras vantagens). Confira no artigo URINOTERAPIA e ESCARAS de nosso site.
10. Cubra o ferimento com camadas de gaze e/ou gaze em compressa do tipo coxim, como medida de conforto e preventiva de possíveis atritos, fricções, etc.
11. A fixação do curativo deve ser com adesivo antialérgico, pegando bem na borda da gaze em compressa para deixar o ferimento o mais arejado possível.
12. Trocar o curativo sempre que necessário (na dependência da drenagem de secreção, após banho, incontinências, etc.) - avaliando cada caso em suas características especiais.
13. Procurar deixar a pessoa bem acomodada e confortável, evitando posição que comprima a área da lesão.
14. Fazer e/ou orientar sobre a importância das mudanças de decúbitos como medidas preventivas de complicações das escaras existentes, além do potencial para o surgimento de outras.
15. Retire a luva e lave as mãos.
Avaliação

1. Observar sistematicamente o aspecto externo do curativo quando das mudanças de decúbitos.
2. Em face da presença excessiva de secreção purulenta e/ou sero-sanguinolenta, proceder à troca do curativo, independentemente de se estar com esquema de horário preestabelecido para as trocas.
3. Atentar para o aspecto geral da ferida, em especial para o surgimento de uma espécie de camada de tom vermelho e aparência esponjosa em granulação, típicas de respostas favoráveis ao processo de cicatrização, evitando, portanto, tentar remover nos procedimentos de limpeza da área.
4. Caso o procedimento esteja sendo feito em domicilio, solicitar orientação de um enfermeiro ou médico acerca da evolução do quadro.

LINKS DE MATERIAL ANTI ESCARAS:

http://www.medicalexpress.saudeglobal.com/

http://www.globalmed.com.br/index.asp

http://www.copespuma.com.br/

Fonte: http://www.rampadeacesso.com/medicina/plastica/index.htm
http://www.entreamigos.com.br/Semimagem/textos/xreabili/xescaras.htm


Exemplo de Coragem de um Tetraplégico
Clique na foto para ampliá-la

" Quando lembro do Luís Fernando, meu amigo tetraplégico de Votuporanga - São Paulo, o meu coração enche de alegria por ele existir. Que cara alto astral, ele é um patrimônio de todos nós brasileiros. Ele foi um presente que a internet também me deu, mais um motivo de lutarmos pela inclusão digital, para que todos sintam este sabor de estar conectado com o mundo."
Vejam o Luís Fernando tomando banho de sol, um exemplo ! Sol tem vitamina D, é necessário para a saúde !

Acessem o seu site para saber mais: Luís Fernando - Nick: CHUMBADO
Site: www.eficientefisico.hpg.com.br
(OBS: CHUMBADO - O mesmo que lesionado, machucado, ferido... mas, nunca derrotado!)

Últimas Notícias

ROUPAS SÓ PARA DEFICIENTES
25/12/2004 - O globo

Roupas só para deficientes são criadas em Pernambuco

Estudantes de um curso técnico em Paulista (PE) criaram uma coleção de moda exclusiva para deficientes físicos, a partir de entrevistas em que eles revelaram problemas que têm com roupas. As peças não têm acessórios como zíperes, detalhes em metal e bolsos traseiros, que se tornam incômodos para quem tem de andar de muletas ou de cadeira de rodas, entre outras necessidades especiais. A iniciativa é pioneira no Brasil. Página 10

Peças não têm incômodos como detalhes em metal

RECIFE. Para as cerca de 25 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência física, detalhes da moda podem ser um incômodo. Bolsos chapados, botões na cintura, zíperes, detalhes metálicos em calças, costuras salientes e roupas justas podem atrapalhar tanto quanto calçadas sem rampas ou prédios só com escadarias. Agora os que precisam de muletas e cadeiras de rodas ganharam um presente de Natal: uma moda exclusiva para suas necessidades. A primeira coleção do gênero no país acaba de ser lançada em Recife, desenvolvida no Centro Regional de Tecnologia (Certtex).

Pesquisa orientou roupas da coleção

O centro responsável pela idéia é mantido pelo Senai, e funciona no município de Paulista, a 15 quilômetros de Recife. A coleção foi o resultado de pesquisas dos alunos que estavam terminando o curso técnico Têxtil e de Vestuário do Certtex. Para elaborar as roupas, eles investigaram os hábitos dos moradores do Centro de Convivência Albert Sabin, localizado em Paulista. O centro é um conjunto habitacional construído para atender os portadores de necessidades especiais.

A coleção foi lançada com tudo que um desfile de moda tem direito: passarela, luzes e músicas alucinantes e até curvas em meia lua dos manequins no final de cada visual apresentado. Com um detalhe: tudo sobre duas rodas.

RECIFE. Casal mais aplaudido do desfile que apresentou a coleção para deficientes, o professor de musculação Sandro Alves da Silva, com uma grande diferença de tamanho nas duas pernas, e a dona de casa Aldeci Maria da Silva, que só anda de cadeiras de rodas, aguardam o segundo filho. Por esse motivo a roupa dela foi idealizada com aberturas práticas nas laterais. A camisa dele é mais larga devido à grande musculatura do tórax e braços e a calça tem detalhes que amenizam as diferenças.

— Do mesmo jeito que há roupas especiais para gordos, nós também precisamos — diz Aldeci.

Atleta paraolímpico com medalhas de ouro, bronze e prata em competições internacionais, Fernando Barbosa dos Santos, de 32 anos, também elogia a iniciativa:

— Não conheço em nenhum outro lugar do mundo alguma grife voltada só para deficientes.

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CONTRA O DIREITO DE IR E VIR
03/12/2004 - OGlobo

Deficientes físicos enfrentam dificuldades na hora de fazer viagens aéreas


Herbert Vianna, líder do Paralamas do Sucesso, enfrentou duas vezes, mês passado, uma situação constrangedora e, infelizmente, comum para qualquer usuário de cadeira de rodas. Ao embarcar para São Paulo no Aeroporto Santos Dumont e voltar para o Rio, no dia seguinte, precisou ser carregado nos braços, com cadeira e tudo, por funcionários das companhias responsáveis pelos vôos, Varig e TAM. Em ambos os casos, sob chuva. Todos os equipamentos automáticos para embarque e desembarque de deficientes estavam quebrados. Situações como essa são rotina na vida daqueles a quem é dedicado, hoje, o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.

Segundo a Instrução de Aviação Civil 2.508, do DAC, é das companhias aéreas a responsabilidade pelo acesso do passageiros com deficiência aos aviões. Há diversas maneiras de garanti-lo, sem que os passageiros tenham de ser carregados nos braços, o que consideram humilhante. A solução mais comum, quando não há o finger — corredor que liga a sala de embarque à aeronave — é a utilização de uma cadeira movida a bateria, que sobe e desce as escadas do avião automaticamente. O uso de um elevador, o ambulift, também é difundido.

Problema é comum, diz superintendente

No Rio, só há finger no Aeroporto Internacional Tom Jobim. E o Santos Dumont, o mais tradicional da cidade, único que liga o Rio a São Paulo e ponto de embarque e desembarque de nove mil passageiros por dia, também não dispõe do ambulift, considerado por quem usa cadeira de rodas uma boa solução. Já as cadeiras automáticas, reconhece o superintendente do aeroporto, Luiz Carlos Aguieiras, estão indisponíveis mais freqüentemente do que seria desejável.

— Se as companhias têm tantos problemas com as cadeiras, que encontrem soluções! Ano passado, Herbert passou pela mesma situação. Outros passageiros também passam. A Infraero tem uma esteira à qual é acoplada a cadeira de rodas. Emprestamos para as empresas. Mas elas não podem se eximir do seu dever — diz Aguieiras, que anuncia a inauguração de oito fingers ali em 2006.

Na mesma semana do problema com Herbert, o professor Idari Alves da Silva, de Uberlândia (MG), passou por similar constrangimento no Santos Dumont. Ele veio ao Rio participar do encontro anual do Conselho Nacional de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência (Conad), do qual é membro. Ao embarcar de volta, a TAM não lhe ofereceu a cadeira automática. Idari, que tem alguma mobilidade com as pernas, subiu quase se arrastando:

— O DAC precisa obrigar e não só orientar as companhias. Nós pagamos pela passagem o mesmo valor que as pessoas que não têm deficiências. Mas o tratamento não é o mesmo — protesta.

DAC: solução é dada pelas companhias

O DAC diz que faz a sua parte. De acordo com o órgão, o número de reclamações feitas ao Serviço de Aviação Civil (SAC), nos aeroportos ou pela internet, não corresponde ao total de casos. “Na maioria das vezes a própria empresa aérea, conhecedora de suas obrigações prescritas em legislação, resolve junto aos passageiros as pendências causadas por mau atendimento ou problema operacional. Só quando a empresa não resolve, ou o passageiro sente que deve fazer a reclamação, ela é registrada e gera um processo administrativo no DAC, que investiga o caso e multa a empresa, caso seja constatada a falha”, informa o órgão em nota.

Além do transporte inadequado para dentro da aeronave, outro problema freqüente relatado por quem usa cadeira de rodas refere-se às reservas dos assentos das primeiras filas. Para passageiros com dificuldades de locomoção, é importante sentar-se logo na entrada do avião. Apesar de reservar esses lugares, muitos deles não conseguem viajar ali.

—- Foi um bocado atribulado meu embarque para Brasília há duas semanas, no Tom Jobim — conta o aposentado Messias Tavares de Souza, tetraplégico, membro do Conad. — Fiz reserva para a primeira fila com a TAM. Ao chegar à aeronave, constatei que não haviam me dado o lugar. Tive que brigar com Varig e TAM, que fazem vôos compartilhados. Nenhuma delas resolvia o problema.

O músico Marcelo Yuka, ex-integrante do grupo O Rappa, também relata problemas freqüentes nas viagens que faz a partir do Rio, sobretudo pelo Santos Dumont:

— Já tive de enfrentar todo tipo de situação dramática. Quase nunca a cadeira automática está disponível no Santos Dumont ou mesmo no Tom Jobim, quando não há o finger. Além disso, temos direito por lei a um desconto de 80% nas passagens dos acompanhantes. As companhias não informam isso e, por vezes, quando exigimos, dizem não ter conhecimento da lei. É duro.

Hélcio Rizzi, assessor técnico da Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, ligada à Secretaria Especial dos Direitos Humanos, conta que a Infraero se comprometeu a atuar junto às companhias e ao DAC para contornar as dificuldades registradas:

— É um evidente gargalo no sistema a relação com o deficiente. A norma do DAC hoje vigente não teve força para obrigar as companhias a fazerem a sua parte.

As companhias dizem já respeitar a legislação. Os problemas com Herbert e outros deficientes no Santos Dumont, dizem TAM e Varig, foram isolados. A Varig dispõe de três cadeiras automáticas para o acesso às aeronaves. A TAM tem uma. A pane de todas, segundo as empresas, foi excepcional.

Quanto ao problema das reservas nas primeiras filas e de descontos para acompanhantes, as duas principais companhias aéreas do país disseram que há, sim, uma orientação aos funcionários para cumprir a norma. Quando ocorrem problemas na questão da primeira fila, os comissários, alegam as empresas, solicitam aos ocupantes que cedam o lugar para os deficientes.
Já Gol e Vasp preferiram não se manifestar sobre qualquer questão relacionada aos deficientes.

O advogado Geraldo Nogueira, que usa cadeira de rodas e é um dos maiores especialistas em direito do deficiente no país, cogita entrar na Justiça com uma ação civil pública contra as companhias aéreas, a exemplo do que já fez com empresas de ônibus:

— Já estou processando a Gol por embarque inadequado — diz. — Fiz sugestões ao DAC para que haja uma norma tornando obrigatórias a reserva dos assentos da primeira fila e a gratuidade para acompanhantes de quem não pode viajar só. Além disso, tem de haver manutenção das cadeiras. Não queremos ser carregados como sacos de batatas. Só queremos respeito.


Jornal: O GLOBO Autor:
Editoria: Rio Tamanho: 1100 palavras
Edição: 1 Página: 14
Coluna: Seção:
Caderno: Primeiro Caderno

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LEGISLAÇÃO É REGULAMENTADA POR LULA
03/12/2004

Presidente pede a entidades e a deficientes que fiscalizem cumprimento de normas


BRASÍLIA. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva regulamentou ontem a legislação que trata do acesso de pessoas com deficiência a equipamentos urbanos — como os dos sistemas de transporte e de informação — prédios, bancos e escolas. A regulamentação era esperada pelas entidades de portadores de deficiência desde 2000. Naquele ano, foram aprovadas as leis sobre tratamento prioritário às pessoas com deficiência e sobre barreiras físicas em edifícios, vias públicas, móveis e equipamentos urbanos. No discurso, o presidente Lula pediu o empenho das entidades e dos próprios portadores de deficiência para que a legislação seja cumprida.

— Esta será uma lei que vai pegar, porque ela não é feita por um advogado apenas ou por um ministro. Essa lei é resultado da convergência de anos e anos de experiência de vocês, que nos debates públicos conseguiram consagrar o texto que acabo de assinar. Vocês têm agora a responsabilidade de fazer com que este decreto seja cumprido em sua plenitude — disse Lula, acrescentando que as pessoas precisam “ficar no pé das prefeituras e dos governos dos estados” para que a lei seja cumprida.

O presidente disse que, a partir de agora, os bancos federais vão exigir no financiamento de projetos que os interessados — empresas, prefeituras ou governos estaduais — se enquadrem na legislação, de forma a garantir aos portadores de deficiência “a cidadania a que todo ser humano tem direito”. Para Lula, a garantia dos direitos das pessoas portadoras de deficiência é mais uma questão cultural do que de lei.

No início do discurso, em frente a uma platéia composta de portadores das mais diversas deficiências, o presidente cometeu uma gafe. Bastante gripado e limpando o nariz freqüentemente, Lula reclamou da coriza:

— Eu não sei se vocês perceberam, estou portador de uma deficiência nasal, que está insuportável — disse.

Durante parte da solenidade, Eduarda do Vale Lopes, de 2 anos, ficou no colo do presidente. Ela foi à solenidade acompanhada da avó, a professora aposentada Tânia do Vale Botelho, e da tia Karla do Vale Bastos Botelho, portadora de deficiência. Segundo a avó, Eduarda é fã de Lula e disse ao presidente que votou nele. Depois da solenidade, o presidente vistoriou uma perua e um ônibus adaptados para transportar pessoas que usam cadeiras de rodas.

No final, Lula pediu o testemunho de Idari Alves da Silva, do conselho de apoio aos portadores de deficiência de Uberlândia. O presidente sugeriu que ele dissesse aos jornalistas qual a sua impressão sobre os dois carros.

— Isso é o verdadeiro significado da liberdade — afirmou.

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Jornal O Dia 09/06/04

Esperança para voltar a andar

Experiência devolve a ratos 70% dos movimentos das patas paralisadas devido à lesão da medula
SÃO PAULO - Uma pesquisa feita com ratos abre um novo caminho para tratar pessoas com paralisia. A combinação de diferentes terapias possibilitou a recuperação motora de ratos lesão na medula em até 70%. A pesquisa foi feita em Miami e contou com a participação do professor Francisco Carlos Pereira, do Departamento de Anatomia da USP. Os resultados foram observados oito semanas após o tratamento.

Os cientistas utilizaram células de Schwann (CS) – que recobrem os nervos do sistema nervoso periférico – combinadas com as substâncias AMP cíclico, molécula presente no organismo e que participa de diferentes reações intracelulares, e o medicamento Rolipram, usado normalmente como antidepressivo. “Foram dois anos de intenso trabalho”, conta Francisco.

As células e o AMP cíclico foram injetados na medula lesionada dos ratos, enquanto o Rolipram foi administrado nas duas semanas seguintes à lesão.

Os animas foram divididos em sete grupos e receberam diferentes tratamentos. “A melhor recuperação da capacidade motora se deu no grupo em que administramos as células de Schwann associada às duas substâncias”, conta o professor.

“Nós conseguimos uma melhora de 70% nos movimentos dos animais, dos membros posteriores. Dentro de uma escala que vai até 21, esses animais conseguiram nota 14”, explicou o professor Francisco.

Médico crê que remédio será usado em humanos

As células usadas nos enxertos nos ratos também existem no corpo humano. Apesar dos resultados positivos, experiências deste tipo em humanos ainda deverão levar algum tempo. “Abrimos um espaço importante para que novas pesquisas sejam realizadas. Creio que em pouco tempo o Rolipram seja mais um medicamento no arsenal terapêutico em pacientes com lesão medular."

“A vantagem dessa técnica é que você pode usar um nervo do próprio paciente para fazer um enxerto nele mesmo”, completou o professor.

O artigo assinado pelos cientistas, em que é descrito o avanço nessa área, acaba de ser publicado na revista científica Nature Medicine, dos EUA.

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Rede SACI
Cascavel-RJ, 13/02/2003

A APOSENTADORIA POR INVALIDEZ NÃO PERMITE TRABALHO EM PARALELO

Enio Rodrigues da Rosa e Maria Filomena C. André

São grandes as dificuldades de inserir no mercado de trabalho as pessoas com deficiência. A histórica condição de exclusão, o preconceito ainda existente, a concepção de inutilidade, entre outros fatores, são responsáveis pela elevada taxa de desemprego deste segmento. Conforme registra José Pastore (2000, p. 07): O Brasil possui uma das maiores populações de portadores de deficiência do mundo (16 milhões de pessoas) e uma das menores taxas de participação no mercado de trabalho. Segundo estimativas disponíveis, 9 milhões estão em idade de trabalhar. Destes, os que trabalham no mercado formal somam cerca de 2%, enquanto nos países mais avançados essa proporção fica entre 30% e 45%.

Outro elemento determinante que reduz a capacidade de inserção no mundo do trabalho é o fato da pessoa aposentada por invalidez não poder trabalhar sob pena de ter cancelado o benefício.

Essa proibição legal coloca a pessoa na difícil situação de ter que optar entre a "segurança" do recebimento mensal de uma aposentadoria irrisória, que não atende todas as suas necessidades e a insegurança de um emprego instável. Se abrir mão da aposentadoria, voltando à ativa, corre o risco de ser demitida a qualquer momento, uma vez que não tem nenhuma garantia da manutenção do emprego.

Nessa situação e diante dos obstáculos para conquista de uma nova vaga, essa pessoa certamente ficará na condição de miserável. Não se pode olvidar, também, o fato de que muitas pessoas com deficiência necessitam de apoios, medicamentos, auxílio de terceiros, etc., para sobreviver.

Assim, aproveitando o ensejo das discussões sobre a possível reforma da Previdência Social, propõe-se uma reflexão: a possibilidade da flexibilização da Lei, de modo a permitir que uma pessoa aposentada por invalidez possa voltar a trabalhar sem perder direito ao benefício.

É assim que a Lei n. 8.213/91, nos seus artigos 46 e 47 dispõe sobre a questão:

Art. 46 O aposentado por invalidez que retornar voluntariamente à atividade terá sua aposentadoria automaticamente cancelada, a partir da data do retorno.

Art. 47. Verificada a recuperação da capacidade de trabalho do aposentado por invalidez, será observado o seguinte procedimento:

I - quando a recuperação ocorrer dentro de 5 (cinco) anos, contados da data do início da aposentadoria por invalidez ou do auxílio-doença que a antecedeu sem interrupção, o benefício cessará:

a) de imediato, para o segurado empregado que tiver direito a retornar à função que desempenhava na empresa quando se aposentou, na forma da legislação trabalhista, valendo como documento, para tal fim, o certificado de capacidade fornecido pela Previdência Social; ou b) após tantos meses quantos forem os anos de duração do auxílio-doença ou da aposentadoria por invalidez, para os demais segurados;

II - quando a recuperação for parcial, ou ocorrer após o período do inciso I, ou ainda quando o segurado for declarado apto para o exercício de trabalho diverso do qual habitualmente exercia, a aposentadoria será mantida, sem prejuízo da volta à atividade:

a) no seu valor integral, durante 6 (seis) meses contados da data em que for verificada a recuperação da capacidade;

b) com redução de 50% (cinqüenta por cento), no período seguinte de 6 (seis) meses;

c) com redução de 75% (setenta e cinco por cento), também por igual período de 6 (seis) meses, ao término do qual cessará definitivamente.

Mesmo a Lei garantindo ao assegurado a possibilidade de continuar recebendo o benefício durante 18 meses, numa escala decrescente dos valores, ao término do período o benefício cessa deixando-o, a partir de então, a mercê de um mercado extremamente competitivo que não leva em consideração o fato da pessoa possuir uma limitação física, mental ou sensorial, importando apenas a produtividade e a lucratividade do capital.

Neste caso, uma das alternativas seria acabar com a proibição automática da cessação do benefício, criando uma flexibilização que garantisse a opção para o aposentado por invalidez que desejasse se reinserir no mercado produtivo de trabalho. Assim, caso uma pessoa fizesse a escolha pelo retorno ao trabalho, mesmo após a sua dispensa do emprego, seria assegurado a continuidade do recebimento do benefício. Em resumo: significaria apenas a suspensão do pagamento do benefício durante o tempo em que a pessoa estivesse trabalhando.

Dessa forma, a suspensão do pagamento do benefício ocorreria mediante apresentação, ao órgão competente, de documento da empresa comprovando a contratação do beneficiário. Já a autorização para o retorno, após a apresentação, pelo próprio beneficiário, do documento de dispensa do emprego.

Esta flexibilização poderá trazer benefícios tanto para o segurado, como para a própria Previdência Social, uma vez que empregado, além de não receber a totalidade do benefício, em certos casos, na condição de trabalhador da ativa contribuirá com os cofres da Previdência, ajudando assim a superar o déficit.

Quanto ao recebimento da totalidade ou não do benefício durante o tempo em que estiver empregado, uma alternativa seria adotar uma tabela progressiva que atingisse no máximo 50% do valor. A defesa de tal proposta pode parecer um privilégio, mas quem conhece a realidade das pessoas com deficiência sabe que parte desse segmento necessita de apoios, recursos auxiliares adaptativos que, além de não serem comuns para as demais pessoas, normalmente não são garantidos pelo Estado, muito embora assegurados em Leis. Por isso, a idéia de um valor que atinja no máximo 50% do valor do benefício cuja concessão seria estudada caso a caso, dependendo da real necessidade da pessoa.

Portanto, não se pretende aqui expor os mecanismos para viabilizar tal idéia, pois isto demandaria estudos técnicos que pudessem ao final dizer se o benefício continuaria sendo uma aposentadoria custeada com os recursos da própria Previdência Social, ou transformado num seguro permanente custeado com os recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador, por exemplo. O que importa neste momento, em linhas gerais, é estimular uma discussão que não deve ser vista pela sociedade como uma questão menor.

Não se pretende, também, entrar nos infindáveis debates jurídicos e filosóficos, se é ou não legal, moral ou ético. Entende-se que é possível, basta vontade política.

Alguns sustentam que essa proposição não tem fundamento, uma vez que o retorno ao trabalho por si só representaria o fim da invalidez. Ora, em inúmeras situações o termo invalidez parece totalmente impróprio, pois coloca na mesma condição pessoas com características e possibilidades físicas, mentais e sensoriais totalmente diferentes, inclusive em termos laborais.

Todos nós sabemos que se houvesse neste País um serviço sério de reabilitação/recolocação no trabalho, com qualidade e verdadeiramente comprometido com a reinserção social dessas pessoas, a começar pelos da própria Previdência Social, grande parte das pessoas hoje consideradas inválidas pelas perícias médicas, poderiam perfeitamente estar exercendo uma atividade profissional, contribuindo com a formação da riqueza do País e tornando-se menos inúteis aos olhos da sociedade.

É por isso que aqui resumidamente não interessa se legal ou moralmente, a pessoa continuará sendo considerada inválida após a modificação da Lei. Entende-se que existe um fato concreto que não tem retórica ou sofisma capaz de destruir. Exemplificando: quem foi aposentado por invalidez porque adquiriu cegueira e continua sendo cego, não deve perder o benefício, já que a base real sob a qual foi concedido o benefício (a cegueira) ainda continua presente.

Mas alguém poderá argumentar que a base real não foi a cegueira e sim a incapacidade para o trabalho que a deficiência produziu na pessoa.. Não foi a incapacidade que o tornou cego, mas a cegueira que o tornou incapaz, assim a incapacidade é decorrente da cegueira, e não o inverso. Deste modo, o antes considerado inválido por ter adquirido a cegueira, não poderia ser considerado capaz se retornou ao trabalho continuando cego, do contrário poder-se-ia dizer que a incapacidade atribuída não existia, pois como pode alguém ser considerado incapaz para o trabalho por ser cego hoje, e amanhã deixar de ser incapaz mesmo continuando cego? Parece que o problema aqui é mais complexo: por que reabilitar e recolocar no trabalho se existe mão-de-obra abundante "capaz" sobrando?

Atualmente, diante das inúmeras possibilidades de recursos técnicos/adaptativos disponíveis e das inúmeras possibilidades de trabalho existentes, nenhuma pessoa, por qualquer razão deveria ser considerada inválida ou incapaz para o trabalho. Todos nós sabemos que a questão central não é a invalidez ou a incapacidade dessas pessoas, mas sim a incapacidade de um sistema que não consegue gerar emprego para todos.

Estabelece o art. 3º, IV da Constituição Federal: Constituem objetivos fundamentais da Republica Federativa do Brasil: promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. Diante disso, questiona-se: quem é o incapaz? O Estado ou as pessoas que, em regra, nada mais são do que vítimas de um sistema que mesmo fazendo um discurso a favor da inclusão, na prática cria todos os tipos de obstáculos de acesso e permanência no trabalho, base fundamental de subsistência de qualquer pessoa, especialmente numa sociedade de consumo.

Sustentar que os aposentados por invalidez continuem com o direito de retornar ao benefício no caso de dispensa do emprego, pode parecer, para alguns, privilégio. No entanto, assevera-se que apesar do discurso em favor da empregabilidade das pessoas com deficiência, grande maioria dos empresários somente contrata por força de Lei, sendo que essas pessoas são dispensadas do trabalho com uma freqüência muito maior; quanto ao privilégio, basta ampliar a visão e constatar o que de fato é privilégio neste País. Reflitamos sobre o assunto.

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Jornal O Dia - 06/05/04

Táxis são adaptados para deficientes

RIO - A prefeitura apresentou nesta quinta-feira protótipo do táxi adaptado para melhor acomodar portadores de deficiências ou pessoas com dificuldades de locomoção.
O veículo terá plataforma elevatória para acesso de passageiros em cadeira de rodas e amplo espaço interno, além de sistema de comunicação. A novidade inclui banco para acompanhante, tarifa comum e um mecanismo hidráulico seguro - uma conquista para parte dos 600 mil deficientes físicos do Rio de Janeiro.
Os veículos adaptados serão identificados por um adesivo, e não haverá acréscimo na bandeirada. O serviço é inédito no país. A iniciativa inspirou a criação de uma cooperativa, que vai trabalhar com transporte agendado.

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Sexo e Deficiência

Massageadores vibratórios que ajudam a provocar ejaculação em Paraplégicos e Tetraplégicos

Muitas pessoas, por não saberem como funciona o corpo de um (d)Eficiente lesionado da coluna (PARAPLÉGICOS, TETRAPLÉGICOS) após suas lesões, acabam na sua maioria fazendo comentários preconceituosos, maliciosos e maldosos em relação a um CADEIRANTE; isso, por serem leigas.

Cabe a nós lesionados, explicar e esclarecer alguns pontos. E é o que sempre tento fazer!... Afinal, muitos nos taxam de assexuado (que não pratica SEXO), que besteira!

Praticamos SEXO sim!... Não como um ANDANTE, é lógico!... Mas, posso te garantir que com muito mais qualidade. Somos especialistas em explorar o corpo da mulher, e, com muito mais qualidade do que um ANDANTE. A MULHER na sua total maioria, quer primeiro ser aquecida nas preliminares antes de partir para os finalmentes (Penetração). Sexo não é usar uma MULHER como um OBJETO ou depósito de ESPERMA, o que numa grande maioria dos ANDANTES ocorre. SEXO não é só PENETRAÇÃO... SEXO é carinho, desejo, amor etc... Isso não sou eu quem estou dizendo não!... São relatos colhido de mulheres ANDANTES que se envolveram com CADEIRANTES, chegando a me fazerem comentários via telefone ou e-mail. A única coisa é que, em relação a um CADEIRANTE, as posições são invertidas (HOMEM por baixo, MULHER por CIMA). Mas, quem nunca fez AMOR com a pessoa amada estando desta maneira?... Quer coisa melhor do que ser dominado pela COMPANHEIRA?... Porque só os HOMENS tem que ficar por CIMA e dominar a AMADA?... Não seria um MACHISMO dos antecedentes passados?

PENSE NISSO, antes de JULGAR um CADEIRANTE taxando-o como ASSEXUADO, isso, caso seja o seu caso, ok?

Após essa pequena abertura, vamos para o assunto:...

Um certo dia, recebi um e-mail de uma amiga ANDANTE querendo tirar algumas dúvidas no intuito de ajudar a outra.

Sendo assim, achei interessante repassar esse e-mail (mais ABAIXO), compartilhando com você o que ela me perguntou e o que eu respondi.

Veja os e-mails abaixo:... (Para efeito de privacidade, chamarei a mesma de Tina)

TINA escreveu:

"" Sent: Tuesday, February 04, 2003 6:52 PM
Subject: pedido


Oi Luis Fernando,

Sou a TINA, ta lembrado de mim?

Dia desses li um comentário que me chamou atenção, devido a importância, era sobre técnicas desenvolvidas por um médico, o nome era Borrelli, acho que era isso mesmo, pois bem... sobre atividade sexual num lesado medular, foi você que fez este comentário, ou será que estou confundindo com o Dylson... ou será que foi o Flávio Lucio? (rs)

Eu gostaria muito de ter acesso a este material, pois vários amigos são lesados medulares, e acho que é algo que poderia ser de grande valia, o material pode ser divulgado, entre os amigos lesados medulares? Há algum tipo de restrição na divulgação? Se tiver eu compreendo, se não tiver, eu agradeceria e muito o envio.

É isso... muito grata, aguardo retorno.

Bjs TINA. ""

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----- Original Message -----
From: Luís Fernando
To: TINA
Cc: Dylson Junior (Tetrapl.) ; Franco Peralta
Sent: Tuesday, January 14, 2003 6:48 PM
Subject: Re: pedido


Oi TINA;

Tudo bem?... Como não vou lembrar da TINA... risos.

Quanto aos comentários, foram feitos por mim, já que, sou paciente e faço acompanhamento médico com o Dr° Borrelli Jrº da AACD... especialista terapia de casais e tudo que se refere a assunto urológico e SEXUALIDADE do lesionado medular.

Não sei se você sabe... mas só 3 a 5% dos lesados medulares, conseguem obter ejaculação normal após suas lesões. Resumindo... outros 95% não conseguem ejacular na hora do ato sexual, pois, o estímulo desenvolvido pela parceira com os movimentos da relação sexual (ou pelo parceiro, que não é o meu caso... risos... homem pra mim só meu pai... risos), na maioria das vezes não são suficientes para se chegar à uma ejaculação externa. Só para que você saiba, dentre estes 95%, podem haver lesados medulares que conseguem obter a ejaculação retrograda, ou seja, o lesado ejacula... chegando ao total orgasmo, mas, o esfíncter não se abre para o sêmen caminhar pelo canal do pênis e chegar até o útero feminino... portanto, insuficiente para a mulher chegar à uma gravidez.

O sêmen do homem então vai para onde?... Resposta: Vai parar na bexiga do lesado medular, que mais tarde, elimina esse sêmen através da urina.

Infelizmente, eu não estou incluído neste percentual dos 3 a 5% dos lesados medulares que conseguem ejacular espontaneamente na hora da relação sexual, ou melhor, já ejaculei sim 1 vez espontaneamente e outras vezes, mas, ejaculações retrogradas. Esse é o maior tabu que o lesado medular enfrenta e na maioria dos lesados, fica escondido, pois, os mesmos acham humilhante fazer esses comentários ou até mesmo trocar informações com outros lesados mais experientes no intuito de superarem seus medos, transpor seus obstáculos e a vencerem seus problemas.

Bom... nesse ponto, o Drº Borrelli (Milton Borrelli Júnior), como é conhecido carinhosamente na AACD pelos seus pacientes, passou a fazer parte da minha vida.

Através das consultas feita na AACD (eu, acompanhado da minha mulher), pude tirar todas as minhas dúvidas e esclarecer muitos pontos que estavam me fazendo entrar em parafuso... e, todo o pânico que rondava a minha vida foram esclarecidos e superados.

Hoje, com a técnica do Dr° Borrelli, voltei a ejacular externamente com facilidade... e com a intensidade segundo à minha necessidade.

Sendo assim, eu e minha mulher estamos mais felizes, pois, voltou a esperança entre nós de ficarmos grávidos... as tentativas estão sendo constante.

OBS: Essa técnica é chamada de vibro-ejaculação. Ela consiste em através da vibração de um massageador (importado da China), que colocado no cabresto do pênis, provocado um estímulo que faz com que o lesado medular, na sua maioria das vezes, ejacule. Ao ejacular em um potinho, a esposa suga esse sêmen com uma seringa, introduz em sua vagina e injeta esse sêmen, se possível na época mais fértil dela.

Existem muitos casos de sucesso, dentre eles posso citar a do escritor João Carlos Pecci (irmão do cantor Toquinho e autor de vários livros dentre eles o livro "VELEJANDO A VIDA", onde ele relata essa experiência em detalhes até alcançar também a vitória), a do meu amigo Dylson (Tetraplégico do Estado do Maranhão.. que é papai coruja... e por 2 vezes!) e da minha amiga Andréia, casada com Francisco (Lesado medular) que conseguiram ficar grávidos através desta técnica a qual você poderá conferir a história de tentativas e fracassos (que é linda) pelo site deles o www.enfimgravidos.hpg.com.br; que está a disposição de quem quiser ler.

Bom, o único material que disponho é esse... a experiência, ao qual, coloco-me a disposição de qualquer lesado medular que queira me ligar para que eu possa esclarecer a quem queira saber, pois, tem outras técnicas que só nós lesados medulares descobrimos com o decorrer do tempo, que, o interessante é ser passado de lesado para lesado... só espero que me entenda! Você pode divulgar esse e-mail para quem quiser e o meu telefone para que os amigos (e até mesmo as esposas dos amigos lesados medulares) que quiserem me ligar para que eu possa esclarecer as dúvidas que tiverem a meu alcance.

Outros detalhes de como obter uma ejaculação mais consistente, por mais vezes durante o mês, já que, muitos lesados medulares conseguem obter de 1 a 2 ejaculação externa mês e outras coisinhas mais particulares, é só contatar comigo. (Obs: Eu mesmo, descobri uma maneira através da dica de um outro tetraplégico amigo meu e do Dr° Borrelli, que, me faz conseguir ejacular todo dia se e quiser... é assim, trocando experiências de lesado para lesado é que ensinamos e aprendemos, entende?)

Abraços a você TINA ao Dylson e ao Flávio Lúcio, já que, estou enviando uma cópia desse e-mail a ambos... e, aproveito para cobrar o depoimentos dos dois, assim, eu também poderia disponibilizar no meu site www.eficientefisico.hpg.com.br; que seria de suma importância a outros PPD's (Pessoas Portadoras de Deficiências).

Sem mais para o momento... e me desculpando do imenso jornal.

Luís Fernando - Nick: CHUMBADO - www.eficientefisico.hpg.com.br.

OBS: SE ALGUÉM TIVER ALGUM MATERIAL A ESSE RESPEITO COMO APOSTILAS, LIVRETOS, ETC... OU VIER A OBTER, FAVOR ME ENVIAR UMA CÓPIA OU CONTATAR COMIGO PARA QUE EU POSSA COMPRAR CASO ESSA FOR A ÚNICA MANEIRA DE EU ADQUIRIR OS EXEMPLARES.

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ABAIXO, ALGUNS EXEMPLOS DE MASSAGEADORES VIBRATÓRIOS
(Pesquisado por mim na INTERNET durante mais de um ANO)


Esse aparelho é idêntico ao do meu pai... peguei emprestado do VELHO, ou melhor, roubei mesmo do meu pai!... Por sinal uma bomba... risos... pula fora desse Osama Bin Laden!

Esse massageador não presta, mas, foi com ele que consegui obter a minha primeira ejaculação após 9 anos de lesão

Esse aparelho é idêntico ao do meu pai... peguei emprestado do VELHO, ou melhor, roubei mesmo do meu pai!... Por sinal uma bomba... risos... pula fora desse Osama Bin Laden!

Esse massageador não presta, mas, foi com ele que consegui obter a minha primeira ejaculação após 9 anos de lesão.
Esse é o que o Dr. Milton Borrelli Jrº possui e usa com os seus pacientes.
Massageador Thrive MD 01
Esse outro é semelhante ao Thrive MD 01 e creio também surtir efeito.
Thrive MD 03
Esse outro é um outro modelo idêntico ao Thrive MD 01 e creio também surtir efeito.
Thrive MD 011
Esse outro abaixo, creio ser também semelhante ao Thrive MD 01 e creio também surtir efeito.
Na internet onde extrai a foto, não identificou o modelo do Thrive MD??? Por ser idêntico ao Thrive MD 01, creio ser o mesmo.

Esse é o massageador que utilizo e aprovo, pois, é show de bola. Thrive MD 033.
Obs: Com esse aparelho, nunca brochei se que 1 vez... risos... se utilizar todos os dias, ejaculo numa boa. É um espetáculo de aparelho, mas, não aconselho usar todos os dias, pois, pode machucar a cabeça do pênis (incha). Eu já utilizei 3 dias seguidos, descansei 1 e utilizei outros 2 dias... mesmo assim, meu pênis ficou meio avermelhado e inchou um pouco a cabeça... portanto, moderação no uso para não se prejudicar, ok?

Esse é um de marca nacional (Ruinzinho também... igual aquele 1º que tive... uma bomba!), mas, dá para quebrar um galho e você encontra com facilidade em grandes magazines... Carrefour, Ponto Frio e em alguns outros hipermercados.
É o Tany MT 180

Esses outros abaixo, são aparelhos semelhantes que não são da marca Thrive, portanto, não sei se vibram o suficiente para provocar a ejaculação... é tentar para ver!...
Magic 5 (não sei se é importado ou nacional)

Esse é um massageador idêntico ao meu THRIVE MD 033, e, creio ser importado também)
Marca não indentificada

Link onde os massageadores acima podem ser encontrados:http://www.saudestore.com.br/

FONTE :

Luís Fernando - Nick: CHUMBADO
Site: www.eficientefisico.hpg.com.br
VOTUPORANGA/SÃO PAULO - BRASIL
(OBS: CHUMBADO - O mesmo que lesionado, machucado, ferido... mas, nunca derrotado!)

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