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Nem
sempre as pessoas cegas ou com deficiência visual precisam de ajuda,
mas se encontrar alguma que pareça estar em dificuldades, identifique-se,
faça-a perceber que você está falando com ela, para
isso pode por exemplo tocar-lhe levemente no braço, e ofereça
seu auxílio. Nunca ajude sem perguntar antes como deve fazê-lo.
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Caso
sua ajuda como guia seja aceita, coloque a mão da pessoa no
seu cotovelo dobrado. Ela irá acompanhar o movimento do seu
corpo enquanto você vai andando.
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É
sempre bom você avisar, antecipadamente, a existência
de degraus, pisos escorregadios, buracos e obstáculos em geral
durante o trajeto.
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Num
corredor estreito, por onde só é possível passar
uma pessoa, coloque o seu braço para trás, de modo que
a pessoa cega possa continuar seguindo você.
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Para
ajudar uma pessoa cega a sentar-se, você deve guiá-la
até a cadeira e colocar a mão dela sobre o encosto da
cadeira, informando se esta tem braço ou não. Deixe
que a pessoa sente-se sozinha.
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Ao
explicar direções para uma pessoa cega, seja o mais
claro e específico possível, de preferência, indique
as distâncias em metros ("uns vinte metros a sua frente").
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Algumas
pessoas, sem perceber, falam em tom de voz mais alto quando conversam
com pessoas cegas. A não ser que a pessoa tenha, também,
uma deficiência auditiva que justifique isso, não faz
nenhum sentido gritar. Fale em tom de voz normal.
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Por
mais tentador que seja acariciar um cão-guia, lembre-se de
que esses cães têm a responsabilidade de guiar um dono
que não enxerga. O cão nunca deve ser distraído
do seu dever de guia.
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As
pessoas cegas ou com visão sub normal são como você,
só que não enxergam. Trate-as com o mesmo respeito e
consideração que você trata todas as pessoas.
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No
convívio social ou profissional, não exclua as pessoas
com deficiência visual das atividades normais. Deixe que elas
decidam como podem ou querem participar.
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Proporcione
às pessoas cegas ou com deficiência visual a mesma chance
que você tem de ter sucesso ou de falhar.
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Fique
a vontade para usar palavras como "veja" e "olhe".
As pessoas cegas as usam com naturalidade. Quando for embora, avise
sempre o deficiente visual.
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Lembre-se
que nem sempre um cego é colega de outro cego.
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O cego precisa de oportunidades e não de piedade.
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A cegueira traz limitações, mas o cego tem condições
de ter uma vida normal.
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Ele tem interesse em tudo o que interessa a uma pessoa que enxerga.
Não o trate como um ser diferente.
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Não limite o cego mais do que a própria cegueira, impedindo-o
de fazer o que ele sabe, pode e deve fazer sozinho.
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Ele é capaz de fazer quase tudo o que as pessoas que enxergam
fazem. Não se surpreenda ao ver um cego consultar o relógio
ou discar o telefone.
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O cego desenvolve recursos mentais existentes em todos os seres humanos.
Não fale de sexto sentido nem de compensação da
natureza, perpetuando conceitos errôneos.
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Aceite a colaboração de um cego. Como qualquer pessoa,
ele também pode ser útil.
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A natureza dotou todos os seres de diferenças individuais. Não
generalize os aspectos positivos ou negativos de um cego.
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Fale diretamente com o cego. Não se dirija a ele por meio de
seu acompanhante, supondo assim que ele não terá condições
de compreendê-lo.
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Deixe ao cego a escolha da maneira pela qual deseja ser guiado.
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Em um meio de transporte ou numa escada, não o puxe; nem o rode
pelos braços, empurrando-o depois para uma cadeira. Coloque sua
mão no encosto da cadeira para que ele possa sentar-se sozinho.
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Ao orientar um cego, não diga apenas à direita ou à
esquerda, aqui ou ali. Essas informações são falhas
e imprecisas.
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Conserve portas totalmente abertas ou fechadas. Portas entreabertas
no caminho de um cego são um sério risco para sua integridade
física.
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Não deixe de falar de coisas inadequadas quanto à sua
aparência física. Faça-o, contudo, com delicadeza
para que ele não passe por situações constrangedoras.
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Ao entrar num recinto onde se encontra um cego, fale com ele. Isso o
ajudará a identificá-lo.
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Ao encontrar um cego, não perca tempo com perguntas como "sabe
quem sou eu?" nem se anuncie a todo instante quando ele já
conhecer suficientemente sua voz.
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Apresente seu visitante cego a todas as pessoas do grupo. Assim procedendo,
você facilitará sua integração.
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Ao apresentar um cego a outra pessoa, faça-o numa posição
correta, evitando que ele estenda a mão, por exemplo, para o
lado contrário em que está a pessoa.
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Se estiver conversando com ele, avise-o ao se afastar, principalmente
se o local for barulhento, pois ele poderá continuar falando
sozinho.
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Oriente o cego durante as refeições apenas quando for
estritamente necessário.
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Auxilie sempre a pessoa cega que pretenda atravessar a rua ou se utilizar
de um meio de transporte, ainda que outro deficiente tenha recusado
sua ajuda. A maioria lhe agradecerá o gesto.
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Procure atravessar a rua com o cego em linha reta, pois do contrário
ele poderá perder a orientação.
- Quando
passear com um cego que já estiver acompanhado, deixe-o ser orientado
só por quem o estiver guiando. Não é preciso pegá-lo
pelo outro braço nem lhe dar avisos a todo instante.
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Numa conversa com um cego, não evite a palavra cego nem substitua
ver por ouvir.
- É
indelicado designar alguém por sua deficiência física.
Não se dirija a um cego chamando-o de cego ou ceguinho.
- Não
se refira à cegueira como desgraça. Ela pode ser assim
encarada logo após a perda da visão, mas, a orientação
adequada consegue reduzi-la a deficiência superável, como
acontece em muitos casos.
- Não
diga que tem pena de pessoa cega, nem lhe mostre exagerada solidariedade.
O que ela quer é ser tratada com igualdade.
- Não
exclame "maravilhoso"... "extraordinário"...
ao ver a pessoa cega consultar o relógio, discar o telefone ou
assinar o nome.
- Não
fale de "sexto sentido" nem de "compensação
da natureza" - isso perpetua conceitos errôneo. O que há
na pessoa cega é simples desenvolvimento de recursos mentais
latentes em todas as criaturas.
- Não
modifique a linguagem para evitar a palavra ver e substituí-la
por ouvir. Conversando sobre a cegueira com quem não vê,
use a palavra cego sem rodeios.
- Não
deixe de oferecer auxílio à pessoa cega que esteja querendo
atravessar a rua ou tomar condução. Ainda que seu oferecimento
seja recusado ou mesmo mal recebido por algumas delas, esteja certo
de que a maioria lhe agradecerá o gesto.Não
suponha que a pessoa cega possa localizar a porta onde deseja entrar
ou o lugar aonde queira ir, contando os passos.
- Não
tenha constrangimento em receber ajuda, admitir colaboração
ou aceitar gentilezas por parte de alguma pessoa cega. Tenha sempre
em mente que a solidariedade humana deve ser praticada por todos e que
ninguém é tão incapaz que não tenha algo
para dar.
- Não
se dirija à pessoa cega através de seu guia ou companheiro,
admitindo assim que ela não tenha condição de compreendê-lo
e de expressar-se.
- Não
guie a pessoa cega empurando-a ou puxando-a pelo braço. Basta
deixá-la segurar seu braço, que o movimento de seu corpo
lhe dará a orientação de que precisa. Nas passagens
estreitas, tome a frente e deixe-a segui-lo, mesmo com a mão
em seu ombro.
- Quando
passear com a pessoa cega que já estiver acompanhada, não
a pegue pelo outro braço, nem lhe fique dando avisos. Deixe-a
ser orientada só por quem a estiver guiando.
- Não
carregue a pessoa cega ao ajudá-la a atravessar a rua, tomar
condução, subir ou descer escadas. Basta guiá-la,
pôr-lhe a mão no corrimão.
- Não
pegue a pessoa cega pelos braços rodando com ela para pô-la
na posição de sentar-se, empurrando-a depois para a cadeira.
Basta pôr-lhe a mão no espaldar ou no braço da cadeira,
que isso lhe indicará sua posição.
- Não
guie a pessoa cega em diagonal ao atravessar em cruzamento. Isso pode
fazê-la perder a orientação.
- Não
diga apenas "à direita", "à esquerda",
ao procurar orientar uma pessoa cega à distância. Muitos
se enganam ao tomarem como referência a própria posição
e não a da pessoa cega que caminha em sentido contrário
ao seu.
- Não
deixe portas e janelas entreabertas onde haja alguma pessoa cega. Conserve-as
sempre fechadas ou bem encostadas à parede, quando abertas. A
portas e janelas meio abertas costituem obstáculos muito perigosos
para ela.
- Não
deixe objetos no caminho por onde uma pessoa cega costuma passar.
- Não
bata a porta do automóvel onde haja uma pessoa cega sem ter a
certeza de que não lhe vai prender os dedos.
- Não
deixe de se anunciar ao entrar no recinto onde haja pessoas cegas, isso
auxilia a sua identificação.
- Não
saia de repente quando estiver conversando com uma pessoa cega, principalmente
se houver algo que a impeça de perceber seu afastamento. Ela
pode dirigir-lhe a palavra e ver-se na situação desagradável
de falar sozinha.
- Não
deixe de apertar a mão de uma pessoa cega ao encontrá-la
ou ao despedir-se dela. O aperto de mão substitui para ela o
sorriso amável.
- Não
perca seu tempo nem o da pessoa cega perguntando-lhe: "Sabe quem
sou eu?"... "Veja se adivinha quem sou?". Identifique-se
ao chegar.
- Não
deixe de apresentar o seu visitante cego a todas as pessoas presentes,
assim procedendo, você facilitará a integração
dele ao grupo.
- Ao
conduzir uma pessoa cega a um ambiente que lhe é desconhecido,
oriente-a de modo que possa locomover-se sozinha.
- Não
se sinta constrangido em alertar a pessoa cega quanto a qualquer incorreção
no seu vestuário.
- Informe
a pessoa cega com relação à posição
dos alimentos colocados em seu prato.
- Não
encha a xícara ou o copo da pessoa cega até a beirada.
Neste caso ela terá dificuldades em mantê-los equilibrados.
- O
pedestre cego é muito mais observador que os outros. Ele desenvolve
meios e modos de saber onde está e para onde vai, sem precisar
estar contando os passos. Antes de sair de casa, ele faz o que toda
gente deveria fazer: procura informar-se bem sobre o caminho a seguir
para chegar ao seu destino. Na primeira caminhada poderá errar
um pouco, mas depois raramente se enganará. Saliências,
depressões, ruídos e odores característicos, ele
observa para sua maior orientação.
COMO APOIAR O ESTUDANTE CEGO
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Os
estudantes com deficiência visual não têm a mesma
possibilidade que os seus colegas em tirar apontamentos das aulas,
recorrendo à gravação. Caso o docente se oponha,
deverá fornecer ao estudante, elementos referentes ao conteúdo
da cada aula.
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Nas
aulas deverão ser evitados termos como "isto" ou
"aquilo", uma vez que não têm significado para
um estudante que não vê.
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Quando
utilizar o quadro, o docente deverá ler o que escreveu para
que, ao ouvir a gravação da aula, o estudante tenha
a noção do que foi escrito.
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Se
usar transparências o docente poderá
proceder
do seguinte modo: antes do início da
aula fornecer ao estudante uma cópia em Braille (ou em caracteres
ampliados ou mesmo em suporte digital), e se isso não for possível,
fornecer no final uma cópia; durante a apresentação
identificar e ler o conteúdo da transparência.
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Quando
recorrer a quadros, figuras ou slides deverá descrever o seu
conteúdo. Alguns estudantes que não nasceram cegos,
que ainda conservam algum resíduo visual, têm uma memória
residual de objectos, figuras, etc.
COMO
AJUDAR UM SURDOCEGO
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Ao
aproximar-se de um surdocego deixe que se perceba, com um simples
toque, da sua presença.
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Qualquer que seja o meio de comunicação adaptado faça-o
gentilmente.
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Combine com ele um sinal para que ele o identifique.
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Aprenda e use qualquer que seja o método de comunicação
que ele saiba, mesmo que elementar.
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Se houver um método mais adequado que lhe possa ser útil
ajude-o a aprender.
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Tenha a certeza de que ele o está percebendo.
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Encoraje-o a usar a fala se ele conseguir mesmo que ele saiba apenas
algumas palavras.
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Se
estiverem outras pessoas presentes avise-o quando for apropriado para
ele falar.
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Avise-o
sempre do que o rodeia.
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Informe-o
sempre de quando vai embora, mesmo que seja por um curto espaço
de tempo.
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Assegure-se
que fica confortável e em segurança. Se não estiver,
vai precisar de algo para se apoiar durante a sua ausência,
coloque a mão dele no que servirá de apoio. Nunca o
deixe sozinho num ambiente que não lhe seja familiar.
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Mantenha-se próximo dele para que ele perceba sua presença.
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Ao andar deixe-o apoiar-se no braço, nunca o empurre à
sua frente.
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Utilize sinais simples para o avisar da presença de escadas,
uma porta ou um carro.
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Um
surdocego que apoia no seu braço percebe-se qualquer mudança
do seu andar.
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Confie
na sua cortesia, consideração e senso comum. É
normal esperar algumas dificuldades na comunicação.
ESCREVA
NA PALMA DA MÃO DO SURDOCEGO COM O SEU DEDO INDICADOR

COMO FAZER:
QUALQUER
PESSOA QUE POSSA ESCREVER LETRAS MAIÚSCULAS, PODE IMEDIATAMENTE
USAR O ALFABETO ACIMA INDICADO COMUNICANDO COM A MAIOR PARTE DAS PESSOAS
SURDOCEGAS. TRAÇOS, SETAS E NÚMEROS INDICAM A DIREÇÃO,
SEQUÊNCIA E NÚMERO DE PANCADAS. ESCREVA SÓ NA ÁREA
DA PALMA DA MÃO. NÃO TENTE JUNTAR AS LETRAS. QUANDO QUISER
`PASSAR A ESCREVER NÚMEROS, FAÇA UM PONTO NA BASE DA PALMA
DA MÃO; É O SINAL DE QUE VAI PASSAR A ESCREVER NÚMEROS.
TRADUÇÃO
DE UM FOLHETO DO: HELEN
KELLER NATIONAL CENTER -NOVA YORK
Fontes:
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